domingo, fevereiro 26, 2006

Bento elimina Monteiro na loteria dos penalties



Porque é carnaval

Comments:
...fui roubado...
 
2 frases que não me saem da cabeça, desde sábado:

- Nuno Bento, defende! - Nuno Bento, defende! - Nuno Bento, defende! - Nuno Bento, defende! - Nuno Bento, defende! - Nuno Bento, defende! - Nuno Bento, defende! - Nuno Bento, defende! - Nuno Bento, defende! - Nuno Bento, defende!

- Fui roubado! - Fui roubado! - Fui roubado! - Fui roubado! - Fui roubado! - Fui roubado! - Fui roubado! - Fui roubado! - Fui roubado! - Fui roubado! - Fui roubado! - Fui roubado! - Fui roubado! - Fui roubado!

A coisa, de facto, foi um pouco repetitiva
 
... e ele a dizer que tinha ido mascarado de Van Basten...
 
Van basten? pareceu-me ,ais de Michel Vautrout
 
Não é mais o Pierluigi Colina?
 
Boa tarde, quero dar os parabens ao Quim pela espetacular página que fez, e ao longo destas jornadas a disponibilidade e a inteligência com que tem elaborado o calcio. 5 ESTRELAS!!! um abraço ribeiro
 
Convocados para amanhã

Ribeirinho
Nuno Bento
Pedro Monteiro
Nuno Silva
Pedro Oliveira
Miguel Oliveira
Quim Zé
Cajó
Nuno Rafael
Helder João
Pupu
Lineu
Miguel Martins
Nuno Coelho

capitães
Nuno Silva
Quim Zé

1 abraço
 
Porque hoje é 6ª e amanhã é sábado:

Como faltam menos de 100 dias para o Mundial e o bichinho começa a roer, vamos lembrar alguém das nossas cores e, obviamente, não podia ser outro se não o melhor jogador Português começado por "O"!

"...A grande explosão sucederia em 1962, no clima histórico de Amesterdão, quando o Velho Continente descobriu o seu perfume africano, que, com a camisola do Benfica, derrubou o aroma hispano-argentino da Saeta Rúbia, Alfredo Di Stefano, monstro do Real Madrid.
Nesse ano, a Bola de Ouro, seria atribuída ao pequeno fantasista checo Masopust, mas o menino tímido de Lourenço Marques, já conquistara a Europa. Ironicamente, a consagração com a Bola de Ouro surgiria no ano em que o seu Benfica perdeu na Final da Taça dos Campeões. Foi em 1965, quando um fraco remate de Jaír furou por entre as pernas de Costa Pereira e, no dilúvio do S. Siro, deu a Taça ao Inter de Facchetti e Suarez, segundo e terceiro classificado desse ano.

A grande consagração planetária surgiria, porém, no inesquecível Mundia-66. Depois de vencer a Bulgaria por 3-0, veio o jogo com o Brasil de Pelé. Como disse o saudoso Carlos Pinhão, Portugal encetou “a terrível vingança da bola quadrada”, derrotando os camnpeões o mundo por 3-1, com Eusébio a assinar uma obra de arte que seria o terceiro golo luso, obtido com um pontapé fulminante sem deixar cair a bola no chão. Vitor Santos escreveria então que os portugueses tinham produzido “Futebol Total”. Assim mesmo. Cinco anos antes da explosão do Ajax de Rinus Michels, no jardim lusitano já houvera quem utilizasse, antes do tempo, essa expressão para definir um tipo de jogo onde todos defendiam na hora de defender e todos atacavam na hora de atacar.
Na meia final do Mundial de 66, na catedral de Wembley, frente á Inglaterra, Portugal perdeu 2-1 num jogo em que os portugueses, como diria Simões, “suaram o suor que já não tinham para suar”. Nas lágrimas de Eusébio a abandonar o relvado estava a imagem de todo um povo que num ápice, durante um mês, devolvido á vida, se voltara a sentir capaz de conquistar o mundo. Uma foto que correu mundo e que foi capa do Daly Telegraph no dia seguinte ao jogo, preferida em vez dos saltos de alegria de Bobby Charlton. Nessa imagem estava condensada toda a incomensurável magia do futebol e, depois, afinal, uma pantera também chora.

Quando Eusébio chegou, em 1960, o Benfica tinha ganho 10 campeonatos, tantos como o Sporting. Nos 15 anos em que jogou na Luz, o Benfica conquistou mais 11 e o Sporting apenas 4. O “rei” deixou obra e desiquilibrou a história do futebol português.
A 13 De Outubro de 1973, em Lisboa, contra Bulgária, empate a duas bolas, Eusébio faria o ultimo jogo com a camisola de Portugal. Era o fim do ciclo da pantera. Em 64 jogos pela selecção marcara 41 golos e foi o melhor marcador do Mundial de 1966, com 9."

passagens de texto de Luis Freitas Lobo sobre Eusébio da Silva Ferreira
 
Falta um atleta para amanhã!

Quem tiver uma estrela que queira brilhar, dê um apitadela!
 
Keep up the good work
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