segunda-feira, dezembro 12, 2005
A força do futebol directo
Ainda com as emoções da passagem do Benfica aos oitavos de final da Champions, e com a surpreendente derrota caseira do Sporting frente ao Estrela, os atletas apresentaram-se no complexo desportivo rainha D. Amélia para a disputa da 10ª jornada da Liga Betadine.
A manhã soalheira e a temperatura amena, assim como o excelente relvado, acolheram os jogadores, que capitaneados pelo Quim Zé e Pedro Monteiro, se apresentaram da seguinte forma:
Equipa do Quim Zé
Orlando na baliza, Abel na direita e Lineu no flanco contrário, com o Ribeirinho ao centro da defesa, substituído nas funções pelo suplente Quim Zé. A meio campo Cajó e Nuno Rafael, e na frente Pupu.
Equipa do Pedro Monteiro
Sem guarda-redes fixo, começou inicialmente o Hélder João na baliza. Na direita o Miguel Oliveira, ao centro João Rodrigues e na esquerda Pedro Monteiro. No meio do terreno o Nuno Bento e o Bruno e na frente o Jaime. No banco de suplentes, equipado mas sem sequer pisar o relvado, Marco Sousa, que a contas com uma lesão põe em risco o resto da época.
Como é habitual em jogos desta liga, a partida iniciou-se em ritmo lento, com as equipas a apalparem o pulso ao adversário, e dando tempo para os jogadores se adaptarem ás suas funções no terreno.
Não se estranhou que o 0-0 inicial apenas fosse quebrado à passagem do quarto de hora, quando João Rodrigues, na sequência da marcação de um canto, gozando de liberdade total, cabeceia para o fundo da baliza do Orlando.
No entanto o empate e reposto quase de imediato pelo Cajó, em remate de fora da área, culminando um rápido contra-ataque. O 2-1, surge logo de seguida a favor dos do Quim Zé, em lance sobre o qual não dispomos de imagens.
Já com o Hélder João na frente, indo colocar-se ao lado do Jaime, e abrindo uma frente ofensiva bastante alargada, os do Pedro Monteiro iniciam uma forte pressão sobre os adversários, que iria ser decisiva no desenrolar da partida.
O golo do empate surge pelo Bruno, na marcação de um canto batido forte e a meia altura, que não é desfeito ao primeiro poste e o Orlando coloca no fundo da baliza, depois de uma intervenção defeituosa.
Nesta altura o jogo já tinha o seu destino traçado. Os do Pedro Monteiro adoptaram um futebol directo para as costas dos defesas contrários, que eram invariavelmente apanhados em contra-pé, e nunca se entenderam com a marcação aos avançados.
O meio campo dos de colete nunca se encontrou, nem explorou a teórica superioridade numérica nessa zona do terreno.
O Nuno Bento operou bem a meio campo, contando sempre com a ajuda do defesa Pedro Monteiro, que nunca teve necessidade de encostar lá atrás. Juntando a esta opção táctica, o Miguel Oliveira apoiou também muito o ataque, criando um vendável atacante que os de colete não conseguiram contrariar.
Foi assim sem surpresa que os do Pedro Monteiro controlaram totalmente a partida e os golos foram acontecendo até ao resultado final de 5-2.
O resultado final foi o menos mau para os do Quim Zé, pois temeu-se o pior e a goleada só não aconteceu por falta de perícia dos contrários.
O esquema táctico dos do Pedro Monteiro, a capacidade física de toda a equipa (chegou a falar-se de doping nos balneários), e a inoperância total dos do Quim Zé, resultaram num jogo em que só um resultado poderia acontecer:
A vitória dos do Pedro Monteiro.
Os Astros em detalhe
Equipa do Pedro Monteiro
Hélder João – Iniciou a partida na baliza, onde não teve nada a registar. Quando veio para a frente, a sua equipa operou uma mudança táctica, ficando a jogar com dois avançados. Ajudou a ganhar espaços e foi determinante na vitória.
Miguel Oliveira – Não tendo grandes preocupações defensivas, aventurou-se muitas vezes no ataque. Esteve bem, nas combinações com os colegas e nos cruzamentos para os avançados. Foi dos que melhor e mais vezes tentou jogar directo.
João Rodrigues – Esteve exemplar a defender, e ganhando confiança nas subidas á área contrária, foi um perigo no jogo aéreo, conseguindo mesmo um golo.
Pedro Monteiro – A sua posição era a de defesa esquerdo, mas não tendo muito trabalho, cedo foi a maior ajuda à linha média. Jogo regular.
Bruno – Sendo inicialmente médio, cedo tentou ajudar o ataque, controlada que estava a sua área de acção. Com a subida do Hélder João, recuou no terreno e realizou exibição muito segura, em posições em que começa a dar nas vistas.
Nuno Bento – Não realizando um jogo soberbo, a sua acção foi suficiente para controlar o meio campo onde se impôs aos adversários. Tentou muitas vezes o remate e marcou um golo de belo efeito, colocando um chapéu perfeito ao Orlando. Encarnou desnecessariamente a função de árbitro.
Jaime – Realizou boa exibição, correspondendo ás inúmeras solicitações a que foi chamado. Revelou-se sempre muito rematador e muitas vezes fê-lo de forma imprevisível, colocando sempre em respeito a defesa contrária.
Equipa do Quim Zé
Orlando – Os adversários atacaram muito, mas acertaram pouco com a baliza, e nos golos sofridos, pouco podia fazer.
A manhã soalheira e a temperatura amena, assim como o excelente relvado, acolheram os jogadores, que capitaneados pelo Quim Zé e Pedro Monteiro, se apresentaram da seguinte forma:
Equipa do Quim Zé
Orlando na baliza, Abel na direita e Lineu no flanco contrário, com o Ribeirinho ao centro da defesa, substituído nas funções pelo suplente Quim Zé. A meio campo Cajó e Nuno Rafael, e na frente Pupu.
Equipa do Pedro Monteiro
Sem guarda-redes fixo, começou inicialmente o Hélder João na baliza. Na direita o Miguel Oliveira, ao centro João Rodrigues e na esquerda Pedro Monteiro. No meio do terreno o Nuno Bento e o Bruno e na frente o Jaime. No banco de suplentes, equipado mas sem sequer pisar o relvado, Marco Sousa, que a contas com uma lesão põe em risco o resto da época.
Como é habitual em jogos desta liga, a partida iniciou-se em ritmo lento, com as equipas a apalparem o pulso ao adversário, e dando tempo para os jogadores se adaptarem ás suas funções no terreno.
Não se estranhou que o 0-0 inicial apenas fosse quebrado à passagem do quarto de hora, quando João Rodrigues, na sequência da marcação de um canto, gozando de liberdade total, cabeceia para o fundo da baliza do Orlando.
No entanto o empate e reposto quase de imediato pelo Cajó, em remate de fora da área, culminando um rápido contra-ataque. O 2-1, surge logo de seguida a favor dos do Quim Zé, em lance sobre o qual não dispomos de imagens.
Já com o Hélder João na frente, indo colocar-se ao lado do Jaime, e abrindo uma frente ofensiva bastante alargada, os do Pedro Monteiro iniciam uma forte pressão sobre os adversários, que iria ser decisiva no desenrolar da partida.
O golo do empate surge pelo Bruno, na marcação de um canto batido forte e a meia altura, que não é desfeito ao primeiro poste e o Orlando coloca no fundo da baliza, depois de uma intervenção defeituosa.
Nesta altura o jogo já tinha o seu destino traçado. Os do Pedro Monteiro adoptaram um futebol directo para as costas dos defesas contrários, que eram invariavelmente apanhados em contra-pé, e nunca se entenderam com a marcação aos avançados.
O meio campo dos de colete nunca se encontrou, nem explorou a teórica superioridade numérica nessa zona do terreno.
O Nuno Bento operou bem a meio campo, contando sempre com a ajuda do defesa Pedro Monteiro, que nunca teve necessidade de encostar lá atrás. Juntando a esta opção táctica, o Miguel Oliveira apoiou também muito o ataque, criando um vendável atacante que os de colete não conseguiram contrariar.
Foi assim sem surpresa que os do Pedro Monteiro controlaram totalmente a partida e os golos foram acontecendo até ao resultado final de 5-2.
O resultado final foi o menos mau para os do Quim Zé, pois temeu-se o pior e a goleada só não aconteceu por falta de perícia dos contrários.
O esquema táctico dos do Pedro Monteiro, a capacidade física de toda a equipa (chegou a falar-se de doping nos balneários), e a inoperância total dos do Quim Zé, resultaram num jogo em que só um resultado poderia acontecer:
A vitória dos do Pedro Monteiro.
Os Astros em detalhe
Equipa do Pedro Monteiro
Hélder João – Iniciou a partida na baliza, onde não teve nada a registar. Quando veio para a frente, a sua equipa operou uma mudança táctica, ficando a jogar com dois avançados. Ajudou a ganhar espaços e foi determinante na vitória.
Miguel Oliveira – Não tendo grandes preocupações defensivas, aventurou-se muitas vezes no ataque. Esteve bem, nas combinações com os colegas e nos cruzamentos para os avançados. Foi dos que melhor e mais vezes tentou jogar directo.
João Rodrigues – Esteve exemplar a defender, e ganhando confiança nas subidas á área contrária, foi um perigo no jogo aéreo, conseguindo mesmo um golo.
Pedro Monteiro – A sua posição era a de defesa esquerdo, mas não tendo muito trabalho, cedo foi a maior ajuda à linha média. Jogo regular.
Bruno – Sendo inicialmente médio, cedo tentou ajudar o ataque, controlada que estava a sua área de acção. Com a subida do Hélder João, recuou no terreno e realizou exibição muito segura, em posições em que começa a dar nas vistas.
Nuno Bento – Não realizando um jogo soberbo, a sua acção foi suficiente para controlar o meio campo onde se impôs aos adversários. Tentou muitas vezes o remate e marcou um golo de belo efeito, colocando um chapéu perfeito ao Orlando. Encarnou desnecessariamente a função de árbitro.
Jaime – Realizou boa exibição, correspondendo ás inúmeras solicitações a que foi chamado. Revelou-se sempre muito rematador e muitas vezes fê-lo de forma imprevisível, colocando sempre em respeito a defesa contrária.
Equipa do Quim Zé
Orlando – Os adversários atacaram muito, mas acertaram pouco com a baliza, e nos golos sofridos, pouco podia fazer.
Abel – Não foi o jogador regular de outros jogos. Tentou inúmeras investidas no terreno, mas abriu espaços na defesa. Muitas dificuldades nas marcações.
Quim Zé – Não foi a “Muralha”. O caudal ofensivo dos adversários apenas permitiu que fosse um pequeno dique.
Lineu – Tentou o ataque á baliza adversária, mas as coisas também não lhe saíram bem nesse campo, abrindo á semelhança do Abel avenidas nas suas costas. Chegou, sem sucesso a desempenhar funções mais adiantadas no terreno. Foi ainda assim dos que mais lutou.
Ribeirinho – Completamente desacompanhado, nunca esteve no sitio certo. Não se deu bem com o futebol rápido e directo dos adversários, nem com a quantidade de dobras que tinha de fazer.
Cajó – Jogo para esquecer. Se o inicio foi prometedor, marcando o golo da igualdade, eclipsou-se, nunca aparecendo com o seu futebol técnico. A lesão que o apoquenta terá pesado na sua exibição.
Nuno Rafael – Iniciou a partida na posição de médio, mas as dores que sentia não o permitiram desempenhar o seu futebol, escondendo-se muito do jogo. Assim passou a maior parte do tempo, estando sempre algo perdido em campo.
Pupu – Totalmente ausente da partida. Nunca conseguiu fugir ás marcações para tentar o seu perigoso mano-a-mano. Uma lesão a meio da partida limitou-o ainda mais.
Quim Zé – Não foi a “Muralha”. O caudal ofensivo dos adversários apenas permitiu que fosse um pequeno dique.
Lineu – Tentou o ataque á baliza adversária, mas as coisas também não lhe saíram bem nesse campo, abrindo á semelhança do Abel avenidas nas suas costas. Chegou, sem sucesso a desempenhar funções mais adiantadas no terreno. Foi ainda assim dos que mais lutou.
Ribeirinho – Completamente desacompanhado, nunca esteve no sitio certo. Não se deu bem com o futebol rápido e directo dos adversários, nem com a quantidade de dobras que tinha de fazer.
Cajó – Jogo para esquecer. Se o inicio foi prometedor, marcando o golo da igualdade, eclipsou-se, nunca aparecendo com o seu futebol técnico. A lesão que o apoquenta terá pesado na sua exibição.
Nuno Rafael – Iniciou a partida na posição de médio, mas as dores que sentia não o permitiram desempenhar o seu futebol, escondendo-se muito do jogo. Assim passou a maior parte do tempo, estando sempre algo perdido em campo.
Pupu – Totalmente ausente da partida. Nunca conseguiu fugir ás marcações para tentar o seu perigoso mano-a-mano. Uma lesão a meio da partida limitou-o ainda mais.
Momento do Jogo
Em rápido lance de contra-ataque, a bola é bombeada para a frente, na direcção do Jaime, que com uma simulação de corpo a deixa passar para o Nuno Bento. Com uma calma glaciar, de primeira e à saída do Orlando, com um pequeno toque faz um chapéu perfeito ao guarda-redes, colocando a bola no fundo das redes.
Excelente golo de execução perfeita, resultante de uma jogada que exemplifica na perfeição o futebol directo.
Nota informativa
Realizar-se-á no próximo Sábado dia 17, o almoço de Natal, que acontecerá após o jogo, em local a designar.
Conta-se com a presença de todos.
Até lá, um abraço
Comments:
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Algumas curiosidades:
quando faltam 2 jornadas para terminar a 1ª edição da Liga Betadine, o que poderá acontecer.
Para o titulo ainda jogam:
- Ribeirinho e Helder João são os mais sérios candidatos.
- Bruno e Pupu ainda podem ter grandes esperanças.
- Já sem grandes esperanças, com hipoteses minimas e dependentes de uma série de alinhamentos e resultados, estão o Lineu, Pedro Monteiro, Pedro Oliveira e Cajó.
Com jornadas descansadas vão estar o Marco Sousa, Nuno Coelho, Miguel Oliveira e Quim Zé. Aconteça o que acontecer, já não vão à lanterna vermelha, e o titulo é uma miragem.
A encabeçar o grupo dos aflitos está o jaime, seguido por ordem de aflição do Abel, bento, Orlando, João leitão e segurando neste momento a lanterna vermelha e a garrafa de wiskey, o João Rodrigues.
Não excluir deste lote o Abilio, que realizando os dois ultimos jogos, poderá entrar como forte candidato a pagar o xiripiti ao pessoal.
Ele que nem bebe muito...
quando faltam 2 jornadas para terminar a 1ª edição da Liga Betadine, o que poderá acontecer.
Para o titulo ainda jogam:
- Ribeirinho e Helder João são os mais sérios candidatos.
- Bruno e Pupu ainda podem ter grandes esperanças.
- Já sem grandes esperanças, com hipoteses minimas e dependentes de uma série de alinhamentos e resultados, estão o Lineu, Pedro Monteiro, Pedro Oliveira e Cajó.
Com jornadas descansadas vão estar o Marco Sousa, Nuno Coelho, Miguel Oliveira e Quim Zé. Aconteça o que acontecer, já não vão à lanterna vermelha, e o titulo é uma miragem.
A encabeçar o grupo dos aflitos está o jaime, seguido por ordem de aflição do Abel, bento, Orlando, João leitão e segurando neste momento a lanterna vermelha e a garrafa de wiskey, o João Rodrigues.
Não excluir deste lote o Abilio, que realizando os dois ultimos jogos, poderá entrar como forte candidato a pagar o xiripiti ao pessoal.
Ele que nem bebe muito...
Oh Quim-zé... bem te avisei para não escolheres equipas...
almoço e jantar no próximo sábado, vou levar umas iscas para o jantar..., não há figado que aguente...
Velho põe-te a pau...
almoço e jantar no próximo sábado, vou levar umas iscas para o jantar..., não há figado que aguente...
Velho põe-te a pau...
Pergunta à comissão:
Faltando 2 jogos, como é que o almoço é já no proximo sábado?
Ou este almoço não é no ambito do torneio trimestral mas sim apenas um conbibio natalicio?
De qualquer maneira, Pedro Oliveira está fora do almoço (job affairs) mas não da jornada.
cumprimentos
Faltando 2 jogos, como é que o almoço é já no proximo sábado?
Ou este almoço não é no ambito do torneio trimestral mas sim apenas um conbibio natalicio?
De qualquer maneira, Pedro Oliveira está fora do almoço (job affairs) mas não da jornada.
cumprimentos
O Post refere almoço de Natal.
O almoço, de acordo com o estabelecido na 3ª parte da 10ª jornada, é no ambito da quadra festiva que atravessamos (não a senda vitoriosa do glorioso, mas o Natal e Ano Novo).
O almoço, de acordo com o estabelecido na 3ª parte da 10ª jornada, é no ambito da quadra festiva que atravessamos (não a senda vitoriosa do glorioso, mas o Natal e Ano Novo).
Parece que a muralha se desmoronou...
Talvez ainda reste dois únicos tijolos...
O que é que vem a seguir?
Talvez ainda reste dois únicos tijolos...
O que é que vem a seguir?
Ouve, Central..........apesar de não poder dar o meu contributo, fui assistir ao jogo........................SÓ RIR !!!!!!
"A Muralha", ......parecia aqueles diques, que tinham sido construídos em New Orleans.......a água subiu um bocadinho mais....e foi o naufrágio total !!!!!
"A Muralha", ......parecia aqueles diques, que tinham sido construídos em New Orleans.......a água subiu um bocadinho mais....e foi o naufrágio total !!!!!
Já começa a ser triste a falta de lucidez nos teus comentários.
Se tiveres um gosto particular a falar de mim, tens o meu endereço.
Escreve-me uma carta!
Se tiveres um gosto particular a falar de mim, tens o meu endereço.
Escreve-me uma carta!
Xakeu,
A julgar pelos teus comentários futuramente iremos ter um "Regis Tábuas" ou será um "Regis pés virados p/ as Docas"?!?!...Aponto mais a 2ª hipotese..até pq Santos fica já ali ao lado (do sintético dos astros)
A julgar pelos teus comentários futuramente iremos ter um "Regis Tábuas" ou será um "Regis pés virados p/ as Docas"?!?!...Aponto mais a 2ª hipotese..até pq Santos fica já ali ao lado (do sintético dos astros)
Convocados para a 11ª jornada
Orlando
Ribeirinho
Helder João
Bruno
Pupu
Lineu
Pedro Oliveira
Cajó
Nuno Coelho
Miguel Oliveira
Quim Zé
Jaime
Nuno Bento
Nuno Rafael
Marco Sousa – Mais um teste:):)
Nuno Silva
capitães
Bruno
Ribeirinho
Orlando
Ribeirinho
Helder João
Bruno
Pupu
Lineu
Pedro Oliveira
Cajó
Nuno Coelho
Miguel Oliveira
Quim Zé
Jaime
Nuno Bento
Nuno Rafael
Marco Sousa – Mais um teste:):)
Nuno Silva
capitães
Bruno
Ribeirinho
Quando faltam realizar 2 jornadas para o final do 1º campeonato da Liga Betadine, a comissão informa as alterações em estudo para a próxima época:
Inicio, duração e fim do campeonato
O 2ª campeonato da Liga Betadine terá inicio no dia 8 de janeiro de 2006.
A competição terá lugar durante o 1º semestre de 2006, ocorrendo a ultima jornada no dia 2 de Julho, prevendo-se a disputa de 26 jornadas.
Teremos assim uma liga com 2 voltas de 13 jornadas cada.
(como sugestão coloco a hipotese de na 1ª volta as equipas serem sorteadas, e na 2ª volta, se repetirem, dentro da medida do possivel, os alinhamentos que ocorreram na 1ª volta).
Forma de pontuação
mantendo-se o esquema mais votado de pontuar a regularidade de presenças, sugiro igualmente o seguinte:
Ao jeito da pontuação utilizada no rugby do hemisfério sul, a pontuação poderia premiar quem mais golos marcasse.
Por exemplo, uma equipa que ganhasse por mais de 5 golos de vantagem, os elementos dessa equipa seriam pontuados com um ponto de bonus.
Assim como uma equipa que marcasse por exemplo mais de 10 golo, teria igualmente 1 ponto de bónus.
Ficaria assim o esquema de pontuação:
Vitória -3 pontos
empate - 1 ponto
derrota - 0 pontos
presença - 1 ponto
diferença igual ou superior a 5 golos - 1 ponto
mais de 10 golos - 1 ponto
Os troféus a atribuir manter-se-ão como até agora, caso não existam outras sugestões.
Desafio igualmente, qualquer um dos presentes, a ter uma coluna semanal onde poderá abordar qualquer temática que ache conveniente.
1 abraço.
Inicio, duração e fim do campeonato
O 2ª campeonato da Liga Betadine terá inicio no dia 8 de janeiro de 2006.
A competição terá lugar durante o 1º semestre de 2006, ocorrendo a ultima jornada no dia 2 de Julho, prevendo-se a disputa de 26 jornadas.
Teremos assim uma liga com 2 voltas de 13 jornadas cada.
(como sugestão coloco a hipotese de na 1ª volta as equipas serem sorteadas, e na 2ª volta, se repetirem, dentro da medida do possivel, os alinhamentos que ocorreram na 1ª volta).
Forma de pontuação
mantendo-se o esquema mais votado de pontuar a regularidade de presenças, sugiro igualmente o seguinte:
Ao jeito da pontuação utilizada no rugby do hemisfério sul, a pontuação poderia premiar quem mais golos marcasse.
Por exemplo, uma equipa que ganhasse por mais de 5 golos de vantagem, os elementos dessa equipa seriam pontuados com um ponto de bonus.
Assim como uma equipa que marcasse por exemplo mais de 10 golo, teria igualmente 1 ponto de bónus.
Ficaria assim o esquema de pontuação:
Vitória -3 pontos
empate - 1 ponto
derrota - 0 pontos
presença - 1 ponto
diferença igual ou superior a 5 golos - 1 ponto
mais de 10 golos - 1 ponto
Os troféus a atribuir manter-se-ão como até agora, caso não existam outras sugestões.
Desafio igualmente, qualquer um dos presentes, a ter uma coluna semanal onde poderá abordar qualquer temática que ache conveniente.
1 abraço.
Gostava de comunicar que anteontem dia 14 fui contactado pelo Sr. Hugo Martins, me disse o rapaz que se encontrava só na electrizante La Bombonera na Buenos Aires de Gardel e Piazzola.
Curiosamente no dia em que o Boca se sagrava, mais uma vez, campeão Argentino de futebol.
Toda a imensa pampa Argentina, é um intenso cocktail de emoções futebolísticas. Nenhum clube, no entanto, cativou tantos adeptos e despertou tantas paixões como o Boca Juniors, nascido em La Boca, pobre bairro de Buenos Aires, situado junto ao antigo porto, famoso pelas suas casa de cores berrantes e pelo grande núcleo de emigrantes italianos, sobretudo genoveses, que, desde tempos idos, ai se fixaram.
Seria num banco da praça Solis, que, em 1905, um grupo de cinco rapazes, Baglietto, Scarpatti, Sana, e os irmãos Farenga, decidiram fundar um clube de futebol representativo do bairro onde viviam. Reunidos no cais, os jovens fundadores tinham agora de escolher os equipamentos. Decidiram então, que teriam as cores da bandeira do primeiro navio que ali atracasse. O primeiro a aparecer seria um navio sueco, pelo que a camisola do Boca Juniors eternizou-se como azul e amarela. Com o tempo, a sua génese popular entrou no coração do povo, tornado-se no clube dos descamisados, como lhe chamaria um dia Perón.
Curiosamente no dia em que o Boca se sagrava, mais uma vez, campeão Argentino de futebol.
Toda a imensa pampa Argentina, é um intenso cocktail de emoções futebolísticas. Nenhum clube, no entanto, cativou tantos adeptos e despertou tantas paixões como o Boca Juniors, nascido em La Boca, pobre bairro de Buenos Aires, situado junto ao antigo porto, famoso pelas suas casa de cores berrantes e pelo grande núcleo de emigrantes italianos, sobretudo genoveses, que, desde tempos idos, ai se fixaram.
Seria num banco da praça Solis, que, em 1905, um grupo de cinco rapazes, Baglietto, Scarpatti, Sana, e os irmãos Farenga, decidiram fundar um clube de futebol representativo do bairro onde viviam. Reunidos no cais, os jovens fundadores tinham agora de escolher os equipamentos. Decidiram então, que teriam as cores da bandeira do primeiro navio que ali atracasse. O primeiro a aparecer seria um navio sueco, pelo que a camisola do Boca Juniors eternizou-se como azul e amarela. Com o tempo, a sua génese popular entrou no coração do povo, tornado-se no clube dos descamisados, como lhe chamaria um dia Perón.
acrescento a informação relativa à rivalidade com o river plate.
Segundo parece, ambas as equipas são oriundas da mesma zona de buenos aires, e de acordo com o que diz a história, o rivalidade começa assim:
Como ambas as colectividades, cresciam em dimensão e em numero de adeptos, sendo o bairro pequeno para tamanhas aspirações, os lideres dos clubes combinaram organizar um jogo de futebol, em que a equipa que perdesse teria a obrigação de abandonar o bairro que os viu nascer.
Acertada a data do jogo, ambas as equipas se empenharam na disputa de tal derby, que iria marcar para sempre a história dos dois clubes.
Ganhou o Boca, obrigando o River a cumprir a sua parte do acordo e a abandonar definitivamente o bairro que os viu nascer.
Daí nasceu uma rivalidade impar nos vários históricos mundiais, e não há relatos da disputa de um derby que tenha marcado para sempre um clube como a derrota marcou o River.
O futebol é mais que um simples jogo...
Segundo parece, ambas as equipas são oriundas da mesma zona de buenos aires, e de acordo com o que diz a história, o rivalidade começa assim:
Como ambas as colectividades, cresciam em dimensão e em numero de adeptos, sendo o bairro pequeno para tamanhas aspirações, os lideres dos clubes combinaram organizar um jogo de futebol, em que a equipa que perdesse teria a obrigação de abandonar o bairro que os viu nascer.
Acertada a data do jogo, ambas as equipas se empenharam na disputa de tal derby, que iria marcar para sempre a história dos dois clubes.
Ganhou o Boca, obrigando o River a cumprir a sua parte do acordo e a abandonar definitivamente o bairro que os viu nascer.
Daí nasceu uma rivalidade impar nos vários históricos mundiais, e não há relatos da disputa de um derby que tenha marcado para sempre um clube como a derrota marcou o River.
O futebol é mais que um simples jogo...
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