domingo, novembro 06, 2005
É para Sábados destes que este campeonato existe
A jornada 6 da Liga Betadine coincidiu com o almoço comemorativo do campeonato anterior, sendo por isso motivo de larga confraternização, antes e após a partida de futebol.
Não desfeiteando os convivas, o sol marcou presença, dando o colírio necessário a um relvado que impecavelmente bem tratado, proporcionou aos atletas as condições ideias para a realização de mais uma jornada.
A convocatória, muito concorrida ditou os seguintes alinhamentos da responsabilidade dos capitães Miguel Oliveira e João leitão:
De colete, a atacar para o lado da escola:
Orlando na baliza, na fase inicial João Leitão na direita, Marco Sousa ao meio e Pedro Monteiro a descair para a esquerda. No meio Cajó e Pupu e na frente o Jaime. Com a chegada do Nuno Coelho, proceder-se-iam a muitos ajustes tácticos.
Os do Miguel apresentaram o Abilio na baliza, João Rodrigues na direita, Pedro Oliveira ao centro e Lineu na esquerda. No meio campo Ribeirinho e Quim Zé e na frente de ataque, Bruno. No banco de suplentes, o capitão Miguel Oliveira.
Quando se pensaria que os alinhamentos proporcionariam um jogo equilibrado, o inicio da partida veio contrariar esta impressão, pois a equipa do João, melhor estruturada defensivamente, conseguia sair com a bola para o ataque, explorando muito bem o seu avançado Jaime.
E foi sem surpresa que aparece o 1-0 da autoria do Pedro Monteiro, em remate de fora da área. O domínio de jogo era total por parte dos do João, que não dando espaços para os ataques contrários respondiam sempre com perigo, aproveitando os erros alheios para sem surpresa irem aumentando o score a seu favor.
Com 2-1 favorável aos do João, resultado bastante lisonjeiro para os comandados do Miguel, face ao que se passava nas quatro linhas, o Nuno Coelho entra na partida ocupando o lugar de lateral direito sendo operado o primeiro vendaval táctico, com a subida do Pedro Monteiro para a linha média, ao lado do Cajó.
Esta alteração táctica desequilibra ainda mais a luta a meio campo, e é sem surpresa que o resultado evolui rapidamente para 5-1, na sequencia da pressão dos do João mas também face ao acumular de erros contrários.
Com o marcador bastante desfavorável, cabe aos do Miguel operar mudanças tácticas que iriam equilibrar novamente a partida.
O Quim Zé recua para o eixo da defesa, com as laterais entregues ao Lineu e alternadamente ao João e ao Miguel. O Pedro Oliveira avança no terreno, fixando-se na frente e o Bruno recua um pouco mais, ficando o Ribeirinho com as despesas do meio campo.
As alterações resultam em pleno, e num ápice o resultado é colocado num apertado 5-3, para mais tarde ser reduzido para a margem mínima.
Entra-se numa fase em que o jogo, completamente equilibrado, podia cair para qualquer lado, com oportunidades de golo em ambas as balizas.
Mas foram mais felizes os de colete, que aproveitando um erro de passe do Miguel a meio campo, convertem facilmente no 6-4, quase acabando a reacção dos contrários.
O jogo entra então numa fase de jogadas difíceis de analisar, com hipotéticas faltas a serem alvo de pedidos de grande penalidade, revelando o desespero de ambas as equipas.
O destino ficou então traçado, quando quase em cima da hora o marco faz o 7-4, num remate colocado à entrada da área.
Até final mais um golo para cada lado, revelando já o conformismo de ambas as equipas.
Resultado final de 8-5, numa partida rica em termos tácticos, com grandes mexidas no xadrez das equipas, onde os vencedores beneficiando de uma margem confortável no marcador, foram mais felizes e souberam aproveitar melhor os erros contrários.
Análise individual
Equipa do João Leitão
Orlando – Esteve bem melhor que em outros jogos, não se vislumbrando a sua habitual desmoralização. O bom arranque da sua equipa terá sido bom conselheiro. Não teve grandes culpas nos golos sofridos, e esteve bem na parte final do desafio em saídas aos pés dos adversários.
João Leitão – Pouco interventivo na partida, limitou-se a cumprir tacticamente o que pontualmente lhe era pedido. Ainda se nota falta de confiança com a bola nos pés.
Marco Sousa – Jogo sóbrio e sem grandes destaques. Jogou com muita segurança na fase inicial, quando os adversários não lhe causaram problemas. Estando bastante tempo no banco, apareceu em grande na parte final, com pulmão para ir à frente rematar, conseguindo inclusive um belo golo.
Pedro Monteiro – Começou na esquerda, mas foi no meio que a sua acção mais se fez notar, desequilibrando a luta no miolo. Foide treminate para o avolumar no marcador, com a obtenção de dois golos.
Não desfeiteando os convivas, o sol marcou presença, dando o colírio necessário a um relvado que impecavelmente bem tratado, proporcionou aos atletas as condições ideias para a realização de mais uma jornada.
A convocatória, muito concorrida ditou os seguintes alinhamentos da responsabilidade dos capitães Miguel Oliveira e João leitão:
De colete, a atacar para o lado da escola:
Orlando na baliza, na fase inicial João Leitão na direita, Marco Sousa ao meio e Pedro Monteiro a descair para a esquerda. No meio Cajó e Pupu e na frente o Jaime. Com a chegada do Nuno Coelho, proceder-se-iam a muitos ajustes tácticos.
Os do Miguel apresentaram o Abilio na baliza, João Rodrigues na direita, Pedro Oliveira ao centro e Lineu na esquerda. No meio campo Ribeirinho e Quim Zé e na frente de ataque, Bruno. No banco de suplentes, o capitão Miguel Oliveira.
Quando se pensaria que os alinhamentos proporcionariam um jogo equilibrado, o inicio da partida veio contrariar esta impressão, pois a equipa do João, melhor estruturada defensivamente, conseguia sair com a bola para o ataque, explorando muito bem o seu avançado Jaime.
E foi sem surpresa que aparece o 1-0 da autoria do Pedro Monteiro, em remate de fora da área. O domínio de jogo era total por parte dos do João, que não dando espaços para os ataques contrários respondiam sempre com perigo, aproveitando os erros alheios para sem surpresa irem aumentando o score a seu favor.
Com 2-1 favorável aos do João, resultado bastante lisonjeiro para os comandados do Miguel, face ao que se passava nas quatro linhas, o Nuno Coelho entra na partida ocupando o lugar de lateral direito sendo operado o primeiro vendaval táctico, com a subida do Pedro Monteiro para a linha média, ao lado do Cajó.
Esta alteração táctica desequilibra ainda mais a luta a meio campo, e é sem surpresa que o resultado evolui rapidamente para 5-1, na sequencia da pressão dos do João mas também face ao acumular de erros contrários.
Com o marcador bastante desfavorável, cabe aos do Miguel operar mudanças tácticas que iriam equilibrar novamente a partida.
O Quim Zé recua para o eixo da defesa, com as laterais entregues ao Lineu e alternadamente ao João e ao Miguel. O Pedro Oliveira avança no terreno, fixando-se na frente e o Bruno recua um pouco mais, ficando o Ribeirinho com as despesas do meio campo.
As alterações resultam em pleno, e num ápice o resultado é colocado num apertado 5-3, para mais tarde ser reduzido para a margem mínima.
Entra-se numa fase em que o jogo, completamente equilibrado, podia cair para qualquer lado, com oportunidades de golo em ambas as balizas.
Mas foram mais felizes os de colete, que aproveitando um erro de passe do Miguel a meio campo, convertem facilmente no 6-4, quase acabando a reacção dos contrários.
O jogo entra então numa fase de jogadas difíceis de analisar, com hipotéticas faltas a serem alvo de pedidos de grande penalidade, revelando o desespero de ambas as equipas.
O destino ficou então traçado, quando quase em cima da hora o marco faz o 7-4, num remate colocado à entrada da área.
Até final mais um golo para cada lado, revelando já o conformismo de ambas as equipas.
Resultado final de 8-5, numa partida rica em termos tácticos, com grandes mexidas no xadrez das equipas, onde os vencedores beneficiando de uma margem confortável no marcador, foram mais felizes e souberam aproveitar melhor os erros contrários.
Análise individual
Equipa do João Leitão
Orlando – Esteve bem melhor que em outros jogos, não se vislumbrando a sua habitual desmoralização. O bom arranque da sua equipa terá sido bom conselheiro. Não teve grandes culpas nos golos sofridos, e esteve bem na parte final do desafio em saídas aos pés dos adversários.
João Leitão – Pouco interventivo na partida, limitou-se a cumprir tacticamente o que pontualmente lhe era pedido. Ainda se nota falta de confiança com a bola nos pés.
Marco Sousa – Jogo sóbrio e sem grandes destaques. Jogou com muita segurança na fase inicial, quando os adversários não lhe causaram problemas. Estando bastante tempo no banco, apareceu em grande na parte final, com pulmão para ir à frente rematar, conseguindo inclusive um belo golo.
Pedro Monteiro – Começou na esquerda, mas foi no meio que a sua acção mais se fez notar, desequilibrando a luta no miolo. Foide treminate para o avolumar no marcador, com a obtenção de dois golos.
Cajó – O “Miúdo” está a crescer e fez um jogo muito aceitável. Marcou um golo aproveitando uma falha contrária. Foi muito esclarecido sempre que tinha a bola nos pés, assistindo sempre a preceito os seus colegas.
Pupu – Jogo de sacrifico deste atleta que completou esta semana 44 anos. Começou o jogo como médio/avançado, mas com as substituições foi jogando onde era preciso. A forma como consegue tirar os adversários da frente no 1x1 é preciosa na conquista de espaços.
Jaime – O avançado de raiz, funcionou como ponto de referência dos seus colegas. Perigoso nas bolas paradas, e com bom sentido de aproveitamento dos erros contrários, foi sempre uma arma apontada à baliza do Abilio.
Nuno Coelho – A sua entrada coincidiu com o melhor período da sua equipa. Jogou descaído para os flancos, subindo amiúde à área contrária. Na parte final, optou por jogar directo para o ponta-de-lança, sem grande sucesso.
Equipa do Miguel Oliveira
Abilio – Não foi por ele que a sua equipa perdeu. Realizou boas defesas, e esteve seguro entre os postes. Poucas ou nenhumas responsabilidades nos golos sofridos.
Miguel Oliveira – À semelhança de outras partidas não esteve bem. Deu bastantes espaços aos avançados, e cometeu muitos erros de passe. Na parte final do jogo, foi de grande entrega, cumprido bem a sua missão táctica. Fica irremediavelmente ligado ao 6-4 que cortou a recuperação da sua equipa.
Pedro Oliveira – Começou o jogo como central, e a sua exibição não estava a ser a melhor. Subiu de rendimento com as mexidas tácticas, passando a jogar na frente, onde alternou o bom, fazendo jogar os seus colegas, com alguma dose de individualismo.
Lineu – Jogo para esquecer deste jogador. A sua integração ofensiva foi nula, errando passes sucessivos. À semelhança do Miguel, compensou com grande entrega no cumprimento das suas funções defensivas.
João Rodrigues – Lesionou-se no inicio da partida, o que de alguma forma terá pesado na sua exibição, algo intermitente. Foi igualmente muito esforçado na cobertura táctica que teve de fazer aos seus colegas.
Quim Zé – Iniciou o jogo na posição de médio, mas a sua interligação com o seu colega de sector não foi a melhor. Recuou para central, tornando-se na voz de comando da sua equipa, sendo por aí que começou a reacção.
Ribeirinho – Um jogo algo apagado. No miolo não foi o “bombeiro” que nos habituou, e foi igualmente lento no desempenho da movimentação "box to box". Melhorou com as mexidas tácticas, onde se posicionou como médio mais recuado.
Bruno – Foi o avançado da equipa na fase inicial da partida, sendo vitima da falta de jogo que tinha. A sua velocidade nunca foi explorada. Melhorou o seu rendimento quando recuou no terreno, onde começou a aplicar os seus remates à baliza do Orlando.
Momento do Jogo
Pela forma como “matou” a reacção dos de colete, o golo do 6-4. Na sequência de um falha do Miguel a meio campo, o Jaime avança para a baliza do Abilio, e ainda com tempo para trocas de bola com um colega, consegue um golo que veio serenar a sua equipa e cortar a reacção dos adversários.
------------------------------------------------------------------------------------------------
3ª parte
… e após o futebol, o momento mais esperado…
O almoço comemorativo do campeonato transacto, que se realizou no Restaurante Prata da casa em Queluz, contando com a maioria dos participantes na Liga Betadine.
Este acto de grandes tradições na comunidade do NAB, foi um sucesso, tendo como pontos altos, para além da larga confraternização entre os convivas, as entregas de prémios e a comemoração do aniversário do Pupu.
A viagem que correu sem grandes sobressaltos, terminou na praça de Queluz, local de parcos lugares de estacionamento, gerando algumas dificuldades aos que pela primeira vez vinham a este espaço.
Resolvida a situação, o almoço teve inicio sensivelmente pelas 12.45 horas, com ao convivas a mandarem vir as primeiras bebidas, quase sempre a recaírem nos jarros de cerveja (novidade para muitos) vinho branco à pressão, e tinto.
Nas escolhas dos pratos, ganhou o cozido em quantidade, mas não em qualidade, pois o choco, a cabidela e o leitão também se exibiram em alto nível.
Foram entregues os prémios de vencedor do campeonato ao Pedro Monteiro, de lanterna Vermelha ao Orlando e ficou por entregar o Prémio bacalhau ao Hélder João, sendo simbolicamente entregue ao seu dono por direito – Nuno Bento.
Pupu – Jogo de sacrifico deste atleta que completou esta semana 44 anos. Começou o jogo como médio/avançado, mas com as substituições foi jogando onde era preciso. A forma como consegue tirar os adversários da frente no 1x1 é preciosa na conquista de espaços.
Jaime – O avançado de raiz, funcionou como ponto de referência dos seus colegas. Perigoso nas bolas paradas, e com bom sentido de aproveitamento dos erros contrários, foi sempre uma arma apontada à baliza do Abilio.
Nuno Coelho – A sua entrada coincidiu com o melhor período da sua equipa. Jogou descaído para os flancos, subindo amiúde à área contrária. Na parte final, optou por jogar directo para o ponta-de-lança, sem grande sucesso.
Equipa do Miguel Oliveira
Abilio – Não foi por ele que a sua equipa perdeu. Realizou boas defesas, e esteve seguro entre os postes. Poucas ou nenhumas responsabilidades nos golos sofridos.
Miguel Oliveira – À semelhança de outras partidas não esteve bem. Deu bastantes espaços aos avançados, e cometeu muitos erros de passe. Na parte final do jogo, foi de grande entrega, cumprido bem a sua missão táctica. Fica irremediavelmente ligado ao 6-4 que cortou a recuperação da sua equipa.
Pedro Oliveira – Começou o jogo como central, e a sua exibição não estava a ser a melhor. Subiu de rendimento com as mexidas tácticas, passando a jogar na frente, onde alternou o bom, fazendo jogar os seus colegas, com alguma dose de individualismo.
Lineu – Jogo para esquecer deste jogador. A sua integração ofensiva foi nula, errando passes sucessivos. À semelhança do Miguel, compensou com grande entrega no cumprimento das suas funções defensivas.
João Rodrigues – Lesionou-se no inicio da partida, o que de alguma forma terá pesado na sua exibição, algo intermitente. Foi igualmente muito esforçado na cobertura táctica que teve de fazer aos seus colegas.
Quim Zé – Iniciou o jogo na posição de médio, mas a sua interligação com o seu colega de sector não foi a melhor. Recuou para central, tornando-se na voz de comando da sua equipa, sendo por aí que começou a reacção.
Ribeirinho – Um jogo algo apagado. No miolo não foi o “bombeiro” que nos habituou, e foi igualmente lento no desempenho da movimentação "box to box". Melhorou com as mexidas tácticas, onde se posicionou como médio mais recuado.
Bruno – Foi o avançado da equipa na fase inicial da partida, sendo vitima da falta de jogo que tinha. A sua velocidade nunca foi explorada. Melhorou o seu rendimento quando recuou no terreno, onde começou a aplicar os seus remates à baliza do Orlando.
Momento do Jogo
Pela forma como “matou” a reacção dos de colete, o golo do 6-4. Na sequência de um falha do Miguel a meio campo, o Jaime avança para a baliza do Abilio, e ainda com tempo para trocas de bola com um colega, consegue um golo que veio serenar a sua equipa e cortar a reacção dos adversários.
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3ª parte
… e após o futebol, o momento mais esperado…
O almoço comemorativo do campeonato transacto, que se realizou no Restaurante Prata da casa em Queluz, contando com a maioria dos participantes na Liga Betadine.
Este acto de grandes tradições na comunidade do NAB, foi um sucesso, tendo como pontos altos, para além da larga confraternização entre os convivas, as entregas de prémios e a comemoração do aniversário do Pupu.
A viagem que correu sem grandes sobressaltos, terminou na praça de Queluz, local de parcos lugares de estacionamento, gerando algumas dificuldades aos que pela primeira vez vinham a este espaço.
Resolvida a situação, o almoço teve inicio sensivelmente pelas 12.45 horas, com ao convivas a mandarem vir as primeiras bebidas, quase sempre a recaírem nos jarros de cerveja (novidade para muitos) vinho branco à pressão, e tinto.
Nas escolhas dos pratos, ganhou o cozido em quantidade, mas não em qualidade, pois o choco, a cabidela e o leitão também se exibiram em alto nível.
Foram entregues os prémios de vencedor do campeonato ao Pedro Monteiro, de lanterna Vermelha ao Orlando e ficou por entregar o Prémio bacalhau ao Hélder João, sendo simbolicamente entregue ao seu dono por direito – Nuno Bento.

Na hora da sobremesa foram cantados os parabéns ao Pupu pelo seu 44º aniversário, com apagar de velas de um bolo, que como não podia deixar de ser, representava um campo de futebol.


O Orlando compareceu com a prometida garrafa de wiskey, a que se juntou uma segunda, oferecida pelo Ribeirinho, que por ter sido pai a meio da semana não pode marcar presença neste evento.
O almoço terminou com as fotos da praxe, em local de grandes tradições nesta zona da Cidade – A entrada da Praça, que fora momentos antes transformada em escritório e sala de fumos…

O futebol tem destas coisas… momentos para mais tarde recordar!!!
1 abraço
Comments:
<< Home
Sobre o jogo duas palavras apenas:
Ganda galo!!!
Sobre o almoço:
Muito bom, excelente convivio, e muito boa disposição.
E já agora um "fueda-se" publico em jeito de homenagem para os que ainda foram jogar á tarde... eu tb fui... jogar matrecos e à moeda.
About myself:
Uma frase politica
" As estatísticas valem o que valem"
Ainda acho que vou dar a volta por cima.
Ganda galo!!!
Sobre o almoço:
Muito bom, excelente convivio, e muito boa disposição.
E já agora um "fueda-se" publico em jeito de homenagem para os que ainda foram jogar á tarde... eu tb fui... jogar matrecos e à moeda.
About myself:
Uma frase politica
" As estatísticas valem o que valem"
Ainda acho que vou dar a volta por cima.
O Amigo Regista, pelo jogo que fez, não merecia a total submersão que é como se encontra agora, que nem um qualquer submarino (não o amarelo, que esse também parece que não dá boas recordações).
Quanto ao jogo, claro que perder 2 vezes seguidas é algo que me chateia, o que é bom, visto não estar habituado. Por outro lado as derrotas vão tirando alguma clarividência e agora há que procurar voltar a exibições mais conseguidas do que a de ontem.
Por último um desabafo:
Fim de semana do caraças para a figadeira! FUEDA-SE!
Saúde!
Quanto ao jogo, claro que perder 2 vezes seguidas é algo que me chateia, o que é bom, visto não estar habituado. Por outro lado as derrotas vão tirando alguma clarividência e agora há que procurar voltar a exibições mais conseguidas do que a de ontem.
Por último um desabafo:
Fim de semana do caraças para a figadeira! FUEDA-SE!
Saúde!
Após um fim de semana em que a minha resistência foi testada, resta-me dizer que já não tenho idade para isto...VEnham os "xoxos fritos à francesa" e os jarros daquela coisa esquisita!!!
Bom "conbibio" da malta, saúda-se o aniversariante, os campeões, os pais babados e os que estão prestes a ser e a todos aqueles que sabado após sabado comparecem para dar a este "grupo" mais uma razão para que o fim de semana chegue mais depressa.
"FUEDA-SE"...este fim de semana deveria ter tido 3 dias!!
Regis...mais uma heim??!?! Tás em grande miúdo...Qualquer dia temos borrego à moda do Regis!
Bom "conbibio" da malta, saúda-se o aniversariante, os campeões, os pais babados e os que estão prestes a ser e a todos aqueles que sabado após sabado comparecem para dar a este "grupo" mais uma razão para que o fim de semana chegue mais depressa.
"FUEDA-SE"...este fim de semana deveria ter tido 3 dias!!
Regis...mais uma heim??!?! Tás em grande miúdo...Qualquer dia temos borrego à moda do Regis!
É verdade, é verdade...
Não está fácil... e para não fugir à palavra do dia, "Fueda-se" que ela nunca mais chega.
Agora já nem posso dizer que a culpa pode ser do Orlando... aliás, neste particular, se for para o homem ter a motivação que tinha no Sábado, até perco mais uma ou duas.
Um obrigado especial ao João Leitão, ao J. Rodrigues e ao Abilio por terem ido este fds...
mas atenção:
Para a semana, quem quiser ganhar jogue comigo.
Vou ganhar!!!
Tá prometido. Vou "matar o borrego"!!!
Não está fácil... e para não fugir à palavra do dia, "Fueda-se" que ela nunca mais chega.
Agora já nem posso dizer que a culpa pode ser do Orlando... aliás, neste particular, se for para o homem ter a motivação que tinha no Sábado, até perco mais uma ou duas.
Um obrigado especial ao João Leitão, ao J. Rodrigues e ao Abilio por terem ido este fds...
mas atenção:
Para a semana, quem quiser ganhar jogue comigo.
Vou ganhar!!!
Tá prometido. Vou "matar o borrego"!!!
Alguém se lembra de quem foi o autor do biqueiro para a quinta, durante o jogo de sábado.
falta essa informação para o bacalhau.
Obrigado
falta essa informação para o bacalhau.
Obrigado
Há de ter sido dos sem colete, eu não fui, partindo do principio que o Abilio não foi, faltam os outros 6.
Vá, chegue-se à frente, SFF
Uma nota final em relação ao CodFish Europe Music Award:
quem ataca na direcção da escola, está sempre defendido, a bola acaba sempre por ficar logo ali de forma acessivel e do outro lado só no fim é que se vê a bola de novo.
Vá, chegue-se à frente, SFF
Uma nota final em relação ao CodFish Europe Music Award:
quem ataca na direcção da escola, está sempre defendido, a bola acaba sempre por ficar logo ali de forma acessivel e do outro lado só no fim é que se vê a bola de novo.
A nobre arte do "codfish" permite colocar a bola bem longe.
Por exemplo, o Riardo Lineu já conseguiu ser "Bacalhau" com um bico para o lado esquerdo da escola.
Mas aceito que o chamado "efeito ricochete" proteja os bacalhoeiros
Por exemplo, o Riardo Lineu já conseguiu ser "Bacalhau" com um bico para o lado esquerdo da escola.
Mas aceito que o chamado "efeito ricochete" proteja os bacalhoeiros
é verdade, ninguém se assume.
Mas vamos por exclusão de partes
Quim zé não foi, Abilio tb não. O Pedro também já disse q não.
Ficam a sobrar o Lineu, o João Rodrigues, o Miguel Oliveira, e o Bruno...
Está mais fácil.
Fontes do jornalista, avançaram com nome do Miguel... mas não há provas nem o assumir do mesmo.
Aguarda-se desmentido ou comprovação.
Mas vamos por exclusão de partes
Quim zé não foi, Abilio tb não. O Pedro também já disse q não.
Ficam a sobrar o Lineu, o João Rodrigues, o Miguel Oliveira, e o Bruno...
Está mais fácil.
Fontes do jornalista, avançaram com nome do Miguel... mas não há provas nem o assumir do mesmo.
Aguarda-se desmentido ou comprovação.
Tanto na epoca passada como na corrente, nem por uma vez coloquei a bola na quinta, em outros tempos quando era Eu proprio e não a presente caricatura, outro Galo cantaria ... " up and under "
A malha está cada vez mais apertada.
Miguel "Wilkinson" Oliveira também está fora.
Sobram J.Rodrigues (com o pescoço parado e tudo), Bruno e Ricardo Lineu.
Todos eles mantém a black-out.
Miguel "Wilkinson" Oliveira também está fora.
Sobram J.Rodrigues (com o pescoço parado e tudo), Bruno e Ricardo Lineu.
Todos eles mantém a black-out.
E o pior momento da carreira desportiva do astro em foco de hoje deve ter sido o momento em que em plena catedral, falhou uma grande penalidade.
É o veloso do NAB!!!
É o veloso do NAB!!!
Apesar da penalidade falhada (um acontecimento recorrente às grandes estrelas em momentos decisivos), posso afirmar que a mesma não penalizou a equipa, que acabaria por triunfar num terreno tão dificil.
Posso até adiantar que a exibição do Astro em Foco não passou despercebida. Foi alvo de merecidos elogios, e até da cobiça de grandes clubes estrangeiros que enviaram os seus olheiros.
Posso até adiantar que a exibição do Astro em Foco não passou despercebida. Foi alvo de merecidos elogios, e até da cobiça de grandes clubes estrangeiros que enviaram os seus olheiros.
Às portas de mais um fim de semana, eis aquilo que torna o futebol algo mais do que terreno, sim porque o futebol é grande de mais:
No mitológico mundo do futebol há clubes cuja imagem parece que parou no tempo. Nos anos 40, um grupo de lendários jogadores legou para a história do futebol, uma das mais fabulosas equipas que a Europa alguma vez viu jogar. Hoje, mais de meio século depois, transformou-se numa squadra de culto, cuja alma repousa para a eternidade na colina de Superga.
O romance desta grande Squadra dos anos 40, iniciou-se com a chegada á presidência do Comendador Ferruccio Novo. Avançado no tempo, ele será o primeiro a entender, o modelo orgânico que iria, dali a muitos anos, reger os clubes de futebol, distante do conceito de mecenas que então começara a invadir todos os clubes. Visionário, decide profissionalizar a direcção do clube.
É no verão de 1942, em plena II Guerra Mundial, que, após ter terminado a época no segundo posto, contrata um fabuloso grupo de calciatore que iria formar a grande squadra dos anos seguintes. Apesar da categoria de todos eles, seria, no entanto, de Veneza que chegariam os grandes nomes capazes de, sozinhos, virar um jogo: o médio avançado, Loik e o maior de todos:
- maestro nº10, Valentino Mazzola.
Tacticamente vivia-se um período de transição. De Londres, chegavam os ecos de um revolucionador sistema inventado, no Arsenal, por um mago chamado Herbert Chapman: o “WM”(3-2-2-3). É nesse novo sistema, interpretado por jogadores de grande talento e inteligência que, na época de 1942/43, inicia o seu demolidor ciclo de domínio, abandonando o velho 2-3-5. O titulo desse ano já fora conquistado por entre as bombas da guerra. Toda a Itália está feita em estilhaços, dividida entre fascistas e partigiani. Nesse contexto, o futebol não pode continuar e, em 1943, o Calcio sucumbe à guerra e, até 1945, os campeonatos param.
Finda a guerra, com Mussolini enforcado em plena praça pública, toda a Itália regressa, aos poucos, á vida. O futebol vai, por entre essa atmosfera de ressurreição nacional, desempenhar um papel fundamental.
Em 1945/46, reinicia-se a cruzada vencedora. Os analistas actuais que tiveram o privilégio de ainda verem in loco essa grande equipa, falam que ela antecipou em, pelo menos 20 anos, o chamado Futebol Total que surgiria nos anos 70, base do futebol moderno. Dotados de grande condição atlética corriam o campo todo, desdobravam-se em compensações e todos tinham a baliza na mente. Imparavel, conquista os primeiros dois Scudettos do pós-guerra, a epopeia futebolística iria continuar. Os seus jogadores, com Mazzola sempre como grande líder terreno e espiritual, ganham uma áurea divina.
Num tempo em que as competições europeias ainda não tinham sido inventadas, faltava a consagração internacional. Aquelas fantásticas exibições eram quase exclusivo dos italianos e dos tifossi que, em dia de jogo, enchiam as bancadas do velho Estádio Filadélfia. Por isso, aceitavam disputar particulares por essa Europa fora. Em todos os países por onde passavam eram recebidos quase com honras de Estado. É dentro desse espirito que, a 3 de Maio de 1949, se deslocam a Lisboa para defrontar o Benfica na festa de despedida do capitão encarnado Francisco Ferreira.
Após o jogo, que o Benfica venceu por 4-3, a comitiva embarcou de regresso. Apesar do mau tempo, tudo parecia normal no momento em que o avião que a transportava, se fez à pista. Mas, quando se prepara para aterrar, o temporal intensifica-se e os pilotos perdem o controle do avião, que, desgovernado, esmaga-se contra a colina de Superga, nas traseiras da Basílica com o mesmo nome, ás portas da cidade. Não houve um único sobrevivente! Toda a equipa morria naquele terrível acidente. Um sentimento de desespero e emoção percorreu toda a Itália. Com todo o mundo em estado de choque, o funeral colectivo dos míticos jogadores fica para a eternidade como a maior manifestação de dor e sofrimento que alguma vez viveu o futebol mundial.
Mais de 20 anos depois, no inicio dos anos 70, o Cattenacio continuava a inspirar todo o Calcio, quando chega a Turim, Gigi Radici, um tradicionalista da velha escola táctica italiana. A época começa mal, Radice, porém não cede á contestação e, influenciado pelo idolatrado futebol total holandês, lança o chamado pressing a todo o terreno, preconizando que os meus primeiros avançados, são também os meus primeiros defensores.
Aos poucos, sobe na tabela e impulsionado pela fabulosa coppia de ataque, Pulici-Graziani, chega ao último jogo em primeiro lugar, com um ponto de avanço sobre a Juventus.
Toda a cidade explode de rivalidade antes dos decisivos jogos da derradeira ronda. Nervoso, o onze de Radici, não vai além de um empate, em casa, com o Cesena, 1-1. Ao mesmo tempo a Juventus perde em Perugia, 0-1, e assim, vinte e sete anos depois de Superga:
- O TORINO é, novamente, Campeão de Itália!
VALENTINO MAZZOLA:
IL MAESTRO
O Rodolfo Valentino dos relvados. Um futebolista á moda antiga, daquele que mandava flores, perfil de galã de cinema mudo, cabelo coberto de brilhantina, passos elegantes e a bola tratada como uma peça de cristal. Um perfil latino, romântico e sedutor, mas que, quando as circunstâncias o exigiam, também cerrava os dentes e voava para um tackle. Foi o primeiro grande nº10, entendido como o regista do colectivo, no futebol europeu. Antecipou o futebolista moderno. Forte fisicamente, perfeito controlo de bola, drible apurado, grande visão de jogo e remate forte. Para ele, a bola não tinha segredos. Fez 170 jogos com a maglia granata do Torino e apontou 97 golos. Morreu com 30 anos, com todos os seus companheiros naquele fatídico voo em 1949. Para muitos que ainda o viram em acção, ele foi o melhor jogador italiano de todos os tempos.
Saúde!
No mitológico mundo do futebol há clubes cuja imagem parece que parou no tempo. Nos anos 40, um grupo de lendários jogadores legou para a história do futebol, uma das mais fabulosas equipas que a Europa alguma vez viu jogar. Hoje, mais de meio século depois, transformou-se numa squadra de culto, cuja alma repousa para a eternidade na colina de Superga.
O romance desta grande Squadra dos anos 40, iniciou-se com a chegada á presidência do Comendador Ferruccio Novo. Avançado no tempo, ele será o primeiro a entender, o modelo orgânico que iria, dali a muitos anos, reger os clubes de futebol, distante do conceito de mecenas que então começara a invadir todos os clubes. Visionário, decide profissionalizar a direcção do clube.
É no verão de 1942, em plena II Guerra Mundial, que, após ter terminado a época no segundo posto, contrata um fabuloso grupo de calciatore que iria formar a grande squadra dos anos seguintes. Apesar da categoria de todos eles, seria, no entanto, de Veneza que chegariam os grandes nomes capazes de, sozinhos, virar um jogo: o médio avançado, Loik e o maior de todos:
- maestro nº10, Valentino Mazzola.
Tacticamente vivia-se um período de transição. De Londres, chegavam os ecos de um revolucionador sistema inventado, no Arsenal, por um mago chamado Herbert Chapman: o “WM”(3-2-2-3). É nesse novo sistema, interpretado por jogadores de grande talento e inteligência que, na época de 1942/43, inicia o seu demolidor ciclo de domínio, abandonando o velho 2-3-5. O titulo desse ano já fora conquistado por entre as bombas da guerra. Toda a Itália está feita em estilhaços, dividida entre fascistas e partigiani. Nesse contexto, o futebol não pode continuar e, em 1943, o Calcio sucumbe à guerra e, até 1945, os campeonatos param.
Finda a guerra, com Mussolini enforcado em plena praça pública, toda a Itália regressa, aos poucos, á vida. O futebol vai, por entre essa atmosfera de ressurreição nacional, desempenhar um papel fundamental.
Em 1945/46, reinicia-se a cruzada vencedora. Os analistas actuais que tiveram o privilégio de ainda verem in loco essa grande equipa, falam que ela antecipou em, pelo menos 20 anos, o chamado Futebol Total que surgiria nos anos 70, base do futebol moderno. Dotados de grande condição atlética corriam o campo todo, desdobravam-se em compensações e todos tinham a baliza na mente. Imparavel, conquista os primeiros dois Scudettos do pós-guerra, a epopeia futebolística iria continuar. Os seus jogadores, com Mazzola sempre como grande líder terreno e espiritual, ganham uma áurea divina.
Num tempo em que as competições europeias ainda não tinham sido inventadas, faltava a consagração internacional. Aquelas fantásticas exibições eram quase exclusivo dos italianos e dos tifossi que, em dia de jogo, enchiam as bancadas do velho Estádio Filadélfia. Por isso, aceitavam disputar particulares por essa Europa fora. Em todos os países por onde passavam eram recebidos quase com honras de Estado. É dentro desse espirito que, a 3 de Maio de 1949, se deslocam a Lisboa para defrontar o Benfica na festa de despedida do capitão encarnado Francisco Ferreira.
Após o jogo, que o Benfica venceu por 4-3, a comitiva embarcou de regresso. Apesar do mau tempo, tudo parecia normal no momento em que o avião que a transportava, se fez à pista. Mas, quando se prepara para aterrar, o temporal intensifica-se e os pilotos perdem o controle do avião, que, desgovernado, esmaga-se contra a colina de Superga, nas traseiras da Basílica com o mesmo nome, ás portas da cidade. Não houve um único sobrevivente! Toda a equipa morria naquele terrível acidente. Um sentimento de desespero e emoção percorreu toda a Itália. Com todo o mundo em estado de choque, o funeral colectivo dos míticos jogadores fica para a eternidade como a maior manifestação de dor e sofrimento que alguma vez viveu o futebol mundial.
Mais de 20 anos depois, no inicio dos anos 70, o Cattenacio continuava a inspirar todo o Calcio, quando chega a Turim, Gigi Radici, um tradicionalista da velha escola táctica italiana. A época começa mal, Radice, porém não cede á contestação e, influenciado pelo idolatrado futebol total holandês, lança o chamado pressing a todo o terreno, preconizando que os meus primeiros avançados, são também os meus primeiros defensores.
Aos poucos, sobe na tabela e impulsionado pela fabulosa coppia de ataque, Pulici-Graziani, chega ao último jogo em primeiro lugar, com um ponto de avanço sobre a Juventus.
Toda a cidade explode de rivalidade antes dos decisivos jogos da derradeira ronda. Nervoso, o onze de Radici, não vai além de um empate, em casa, com o Cesena, 1-1. Ao mesmo tempo a Juventus perde em Perugia, 0-1, e assim, vinte e sete anos depois de Superga:
- O TORINO é, novamente, Campeão de Itália!
VALENTINO MAZZOLA:
IL MAESTRO
O Rodolfo Valentino dos relvados. Um futebolista á moda antiga, daquele que mandava flores, perfil de galã de cinema mudo, cabelo coberto de brilhantina, passos elegantes e a bola tratada como uma peça de cristal. Um perfil latino, romântico e sedutor, mas que, quando as circunstâncias o exigiam, também cerrava os dentes e voava para um tackle. Foi o primeiro grande nº10, entendido como o regista do colectivo, no futebol europeu. Antecipou o futebolista moderno. Forte fisicamente, perfeito controlo de bola, drible apurado, grande visão de jogo e remate forte. Para ele, a bola não tinha segredos. Fez 170 jogos com a maglia granata do Torino e apontou 97 golos. Morreu com 30 anos, com todos os seus companheiros naquele fatídico voo em 1949. Para muitos que ainda o viram em acção, ele foi o melhor jogador italiano de todos os tempos.
Saúde!
Goataria ainda de "agradecer" ao autor, a referencia feita a um outro "regista":
"...Um futebolista á moda antiga, daquele que mandava flores, perfil de galã de cinema mudo, cabelo coberto de brilhantina, passos elegantes e a bola tratada como uma peça de cristal. Um perfil latino, romântico e sedutor, mas que, quando as circunstâncias o exigiam, também cerrava os dentes e voava para um tackle. Foi o primeiro grande nº10, entendido como o REGISTA do colectivo, no futebol europeu. Antecipou o futebolista moderno. Forte fisicamente, perfeito controlo de bola, drible apurado, grande visão de jogo e remate forte. Para ele, a bola não tinha segredos..."
Coincidências...
"...Um futebolista á moda antiga, daquele que mandava flores, perfil de galã de cinema mudo, cabelo coberto de brilhantina, passos elegantes e a bola tratada como uma peça de cristal. Um perfil latino, romântico e sedutor, mas que, quando as circunstâncias o exigiam, também cerrava os dentes e voava para um tackle. Foi o primeiro grande nº10, entendido como o REGISTA do colectivo, no futebol europeu. Antecipou o futebolista moderno. Forte fisicamente, perfeito controlo de bola, drible apurado, grande visão de jogo e remate forte. Para ele, a bola não tinha segredos..."
Coincidências...
Uma nota pessoal.
Os meus avós paternos estiveram naquela tarde de 03 de Maio de 1949 na despedida ao grande " Chico Ferreira ", quando a Saude ainda o permitia recordavam-se com emoção de Valentino Mazzola, Aldo Balerini e companhia, no derradeiro jogo dessa " grandissima" equipe
Os meus avós paternos estiveram naquela tarde de 03 de Maio de 1949 na despedida ao grande " Chico Ferreira ", quando a Saude ainda o permitia recordavam-se com emoção de Valentino Mazzola, Aldo Balerini e companhia, no derradeiro jogo dessa " grandissima" equipe
Convocatória para amanhã:
Orlando
Quim Zé
Jaime
Ricardo Lineu
Pupu
João Leitão
Pedro Monteiro
Nuno Coelho
Pedro Oliveira
Miguel Oliveira
Cajó
Helder João
Ribeirinho
Bruno
os capitães, escolhidos por sorteio são:
Nuno Colho
Helder João
Somos "apenas" 14.
A época começa a pesar nas pernas.
Boa sorte
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Orlando
Quim Zé
Jaime
Ricardo Lineu
Pupu
João Leitão
Pedro Monteiro
Nuno Coelho
Pedro Oliveira
Miguel Oliveira
Cajó
Helder João
Ribeirinho
Bruno
os capitães, escolhidos por sorteio são:
Nuno Colho
Helder João
Somos "apenas" 14.
A época começa a pesar nas pernas.
Boa sorte
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