domingo, novembro 27, 2005
20 minutos fatídicos
Manifesto Anti-baldas, por Ricardo Lineu
“Queridos Amigos,
Antes que tudo, quero saudá-los a todos com carinho e desejar-vos uma épica jornada futebolística.
É sempre uma satisfação enorme um “Calcio di NAB”.
Mas este manifesto aparece por tristes motivos, que de uma vez por todas devem ser banidos do nosso comportamento.
É inadmissível que nesta conjuntura de crescimento futebolístico global, se quebre um desenvolvimento positivo em prol de interesses pessoais, que em nada dignificam quem os pôs superiores aos interesses da colectividade.
Não se pode aceitar que não haja “quórum”, quando há pelo menos dezasseis opções, e essas opções deviam passar uma imagem de credibilidade perante a instituição.
Não é justo que uns dêem tudo e outros quase tudo.
Vamos dar um murro na mesa!!!
Os valores que nos unem são a paixão pela bola e a amizade que partilhamos.
São os nossos trunfos. Não os deixemos desvanecer.
Vamos todos lutar para sermos maiores e que situações destas não mais se repitam.
Com toda a garra:
Viva o NAB, viva Portugal!
Que nunca acabe o espírito do NAB!”
26 de Novembro de 2005
Ricardo Lineu
Após o sentido momento protagonizado pelo nosso companheiro Ricardo Lineu, que antes do jogo, manifestou os seus sentimentos ao grupo, através da leitura do seu manifesto, os atletas do Calcio di NAB avançaram para a 8ª Jornada da Liga Betadine.
Fazendo jus a que o futebol é um desporto de Inverno, o frio e chuva estiveram presentes no “Sintético dos Astros”. Aos factores climatéricos alhearam-se por completo os capitães Miguel Oliveira e Ricardo Lineu, que com base nas tácticas que pretenderam implementar, escolheram as seguintes equipas:
A atacar para o lado das árvores:
Equipa do Miguel
Orlando na baliza, Miguel Oliveira na direita, Marco Sousa ao centro e Nuno Coelho a descair na esquerda. No meio campo Ribeirinho e Pupu e na frente Jaime. No banco dos suplentes o Bruno e o “atrasado” Pedro Oliveira.
De colete a atacar para o lado da escola:
Equipa do Ricardo Lineu
Sem guarda-redes fixo, os do Lineu iniciaram a contenda com o Hélder João baliza, Abel na direita, Quim Zé ao centro e Pedro Monteiro na esquerda. Cajó e Mané na linha média e João Leitão na frente. No banco de suplentes, o capitão Ricardo Lineu.
Contrariamente ao que é habitual nesta Liga, a partida iniciou-se com muitos golos, dando a vantagem nos primeiros minutos à equipa do Miguel, com os do Lineu a restabelecerem imediatamente a igualdade. Este foi o cenário até aos 3-3. A um golo dos do Miguel, os do Lineu respondiam com igualdade quase de imediato. Reflectia-se no marcador o que se passava em campo:
Um equilíbrio entre os conjuntos.
No entanto, este equilíbrio iria ser quebrado por dois factores. Se por um lado, as lesões quase simultâneas do Marco primeiro e depois do Jaime, viriam a condicionar as opções dos do Miguel, por outro lado, a estrutura da espinha dorsal dos do Lineu, manteve-se intacta durante toda a partida.
Com a dança das substituições, os do Lineu ficaram mais fortes. O Hélder João passou a ser a referência na frente, e o meio campo, com mais opções, manteve um ritmo muito forte.
A estas alterações, não conseguiram responder os do Miguel, pois com um plantel enfraquecido face ás lesões de jogadores importantes, permitiram que os contrários exercessem um domínio avassalador durante cerca de 20 minutos, período durante o qual conseguiram um “score” de 6-0, elevando o resultado para 9-3.
No meio deste cenário, não se compreendeu a decisão do Pedro Oliveira em avançar no terreno e fixar-se na frente, onde já se encontrava o Pupu, situação que criou uma avenida no lado direito, por onde os contrários tiveram ainda mais liberdade.
Até final da partida, coube aos do Ricardo Lineu controlar o marcador, e aguentar uma bonita reacção dos do Miguel, que nunca virando a cara à luta, e contando com o exemplo do capitão, seguidos de perto por alguns companheiros, tentaram o que era quase impossível, conseguindo levar o “placard” para números mais aceitáveis.
Resultado final de 11-7, numa partida marcada pelas lesões do Marco e do Jaime, que debilitaram muitíssimo a sua equipa. Nota positiva ainda para a equipa do Lineu que se revelou muito compacta e que teve momentos de grande brilhantismo.
Os Astros um a um:
Equipa do Miguel Oliveira
Orlando – A sua descida na classificação é inversamente proporcional com o que está a fazer em campo. Está a fazer defesas impossíveis, e a ele deixaram de ser atribuídas culpas pelas derrotas. Continua a revelar aqui e ali desatenções que resultam em golos fáceis para os adversários.
Miguel Oliveira – Começa a ser hábito os capitães assumirem as responsabilidades. Não se estranhou que o “militar” fosse o capitão, e cumpriu. Correu quilómetros, e bateu-se sempre muito bem no 1x1, sendo um exemplo para os seus companheiros pela forma como nunca entregou a vitória sem luta.
Marco Sousa – Poucos minutos em campo, limitado por uma lesão no joelho que o obrigou a sair do terreno de jogo.
Nuno Coelho – Foi uma das vítimas da saída do Marco. Tinha a seu cargo o sector esquerdo e estava a realizar boa exibição, conseguindo mesmo um bonito golo em remate de fora da área. Com a lesão do Marco passou ao eixo da defesa, onde não se deu bem com a “enchurrada” de adversários. No melhor período da sua equipa tentou empurrar a sua equipa para a frente. Foi dos que mais tentou puxar pelo "jardel" da sua equipa.
Ribeirinho – Não esteve ao seu nível. No meio campo nunca percebeu como se integrar com o Bruno, dando muitos espaços e não conseguindo suster as investidas dos adversários. Foi pelo seu sector que surgiram os maiores problemas à sua equipa teve.
Bruno – Face ao excesso de avançados na sua equipa, pediram-lhe para exercer funções que não são as suas, e isso reflectiu-se na sua exibição. Reparte com o Ribeirinho o despovoamento da linha média, dando igualmente muitos espaços aos adversários.
Pupu – Seria o segundo avançado, mas a lesão do Jaime colocou-se no seu lugar de raiz. Esteve discreto, não conseguindo arranjar espaços face ás marcações que lhe eram movidas, representando pouco perigo para a baliza dos adversários.
Jaime – Outra vitima das lesões. O seu gémeo cedeu quando o resultado estava em 3-3. Foi igualmente obrigado a sair das quatro linhas.
Pedro Oliveira – Jornada para esquecer. Chegou tarde, não escapou ao naufrágio defensivo e esqueceu o colectivo quando decidiu que ía jogar para a frente.
Equipa do Ricardo Lineu
Hélder João – Iniciou a partida na baliza, onde não esteve bem. Quando se fixou na frente foi um quebra-cabeças para a defesa contrária, sendo uma referência para os colegas e conseguindo golos de belo efeito. A sua movimentação criou muitos espaços para a entrada dos médios e esse factor foi decisivo na vitória.
Abel – É dos jogadores mais regulares da Liga Betadine. A sua escolha é um garante de boa coesão defensiva no seu sector, e no Sábado, conseguiu ainda integrar-se a preceito na manobra ofensiva, conseguindo rematar e ir á linha cruzar para os seus colegas.
Quim Zé – Jogou no eixo da defesa, e a sua tarefa ficou facilitada com as lesões dos adversários. Teve um jogo em que limitou a defender e dobrar os companheiros.
Ricardo Lineu – Desempenhou bem as tarefas defensivas, e não teve necessidade de, como é seu hábito, se aventurar muito no ataque. Jogo sóbrio.
Pedro Monteiro – Iniciou a partida na esquerda, mas foi no meio campo que a sua acção mereceu maior evidencia. A sua exibição não pode ser dissociada das acções que manteve com os seus colegas de sector Cajó ou Mané, conseguindo ser quase sempre superiores á dupla contrária. Foi exímio a recuperar bolas e a lançar o contra-ataque.
Mané – Está com bom ritmo e colocou-o em campo. O trio do meio campo decidiu a vitória e ele era um deles. Jogou, fez jogar e marcou golos decisivos em remates de fora da área. Excelente exibição no regresso a Portugal.
Cajó – Desempenhou funções de médio mais avançado. Dono de boa técnica, foi importante no circular da bola e conseguiu chegar muitas vezes com a bola controlada junto á baliza do Orlando, obtendo alguns golos. Foi defesa central nas substituições do Quim Zé.
João Leitão – Não lhe peçam para lutar e empregar força física. Peçam-lhe, como no Sábado, para abusar da sua técnica para ganhar espaços e tirar adversários do caminho. Descaindo para as linhas, conseguiu momentos de belo efeito em fintas diabólicas sobre os adversários. Peca ainda na altura do remate e em alguns preciosismos desnecessários em alta competição.
Momento do jogo – Destacam-se dois momentos na 8ª jornada.
Pelo simbolismo, o manifesto do Ricardo Lineu antes da partida
Pela arte colocada no lance, o bonito golo do Hélder João. Na sequencia de uma jogada de envolvimento da sua equipa, a bola chega ao avançado, que em plena pequena área, e com o guarda-redes nas costas, faz o impossível, e de calcanhar surpreende o Orlando, colocando a bola no fundo das redes, deixando o guardião sem reacção.
“Queridos Amigos,
Antes que tudo, quero saudá-los a todos com carinho e desejar-vos uma épica jornada futebolística.
É sempre uma satisfação enorme um “Calcio di NAB”.
Mas este manifesto aparece por tristes motivos, que de uma vez por todas devem ser banidos do nosso comportamento.
É inadmissível que nesta conjuntura de crescimento futebolístico global, se quebre um desenvolvimento positivo em prol de interesses pessoais, que em nada dignificam quem os pôs superiores aos interesses da colectividade.
Não se pode aceitar que não haja “quórum”, quando há pelo menos dezasseis opções, e essas opções deviam passar uma imagem de credibilidade perante a instituição.
Não é justo que uns dêem tudo e outros quase tudo.
Vamos dar um murro na mesa!!!
Os valores que nos unem são a paixão pela bola e a amizade que partilhamos.
São os nossos trunfos. Não os deixemos desvanecer.
Vamos todos lutar para sermos maiores e que situações destas não mais se repitam.
Com toda a garra:
Viva o NAB, viva Portugal!
Que nunca acabe o espírito do NAB!”
26 de Novembro de 2005
Ricardo Lineu
Após o sentido momento protagonizado pelo nosso companheiro Ricardo Lineu, que antes do jogo, manifestou os seus sentimentos ao grupo, através da leitura do seu manifesto, os atletas do Calcio di NAB avançaram para a 8ª Jornada da Liga Betadine.
Fazendo jus a que o futebol é um desporto de Inverno, o frio e chuva estiveram presentes no “Sintético dos Astros”. Aos factores climatéricos alhearam-se por completo os capitães Miguel Oliveira e Ricardo Lineu, que com base nas tácticas que pretenderam implementar, escolheram as seguintes equipas:
A atacar para o lado das árvores:
Equipa do Miguel
Orlando na baliza, Miguel Oliveira na direita, Marco Sousa ao centro e Nuno Coelho a descair na esquerda. No meio campo Ribeirinho e Pupu e na frente Jaime. No banco dos suplentes o Bruno e o “atrasado” Pedro Oliveira.
De colete a atacar para o lado da escola:
Equipa do Ricardo Lineu
Sem guarda-redes fixo, os do Lineu iniciaram a contenda com o Hélder João baliza, Abel na direita, Quim Zé ao centro e Pedro Monteiro na esquerda. Cajó e Mané na linha média e João Leitão na frente. No banco de suplentes, o capitão Ricardo Lineu.
Contrariamente ao que é habitual nesta Liga, a partida iniciou-se com muitos golos, dando a vantagem nos primeiros minutos à equipa do Miguel, com os do Lineu a restabelecerem imediatamente a igualdade. Este foi o cenário até aos 3-3. A um golo dos do Miguel, os do Lineu respondiam com igualdade quase de imediato. Reflectia-se no marcador o que se passava em campo:
Um equilíbrio entre os conjuntos.
No entanto, este equilíbrio iria ser quebrado por dois factores. Se por um lado, as lesões quase simultâneas do Marco primeiro e depois do Jaime, viriam a condicionar as opções dos do Miguel, por outro lado, a estrutura da espinha dorsal dos do Lineu, manteve-se intacta durante toda a partida.
Com a dança das substituições, os do Lineu ficaram mais fortes. O Hélder João passou a ser a referência na frente, e o meio campo, com mais opções, manteve um ritmo muito forte.
A estas alterações, não conseguiram responder os do Miguel, pois com um plantel enfraquecido face ás lesões de jogadores importantes, permitiram que os contrários exercessem um domínio avassalador durante cerca de 20 minutos, período durante o qual conseguiram um “score” de 6-0, elevando o resultado para 9-3.
No meio deste cenário, não se compreendeu a decisão do Pedro Oliveira em avançar no terreno e fixar-se na frente, onde já se encontrava o Pupu, situação que criou uma avenida no lado direito, por onde os contrários tiveram ainda mais liberdade.
Até final da partida, coube aos do Ricardo Lineu controlar o marcador, e aguentar uma bonita reacção dos do Miguel, que nunca virando a cara à luta, e contando com o exemplo do capitão, seguidos de perto por alguns companheiros, tentaram o que era quase impossível, conseguindo levar o “placard” para números mais aceitáveis.
Resultado final de 11-7, numa partida marcada pelas lesões do Marco e do Jaime, que debilitaram muitíssimo a sua equipa. Nota positiva ainda para a equipa do Lineu que se revelou muito compacta e que teve momentos de grande brilhantismo.
Os Astros um a um:
Equipa do Miguel Oliveira
Orlando – A sua descida na classificação é inversamente proporcional com o que está a fazer em campo. Está a fazer defesas impossíveis, e a ele deixaram de ser atribuídas culpas pelas derrotas. Continua a revelar aqui e ali desatenções que resultam em golos fáceis para os adversários.
Miguel Oliveira – Começa a ser hábito os capitães assumirem as responsabilidades. Não se estranhou que o “militar” fosse o capitão, e cumpriu. Correu quilómetros, e bateu-se sempre muito bem no 1x1, sendo um exemplo para os seus companheiros pela forma como nunca entregou a vitória sem luta.
Marco Sousa – Poucos minutos em campo, limitado por uma lesão no joelho que o obrigou a sair do terreno de jogo.
Nuno Coelho – Foi uma das vítimas da saída do Marco. Tinha a seu cargo o sector esquerdo e estava a realizar boa exibição, conseguindo mesmo um bonito golo em remate de fora da área. Com a lesão do Marco passou ao eixo da defesa, onde não se deu bem com a “enchurrada” de adversários. No melhor período da sua equipa tentou empurrar a sua equipa para a frente. Foi dos que mais tentou puxar pelo "jardel" da sua equipa.
Ribeirinho – Não esteve ao seu nível. No meio campo nunca percebeu como se integrar com o Bruno, dando muitos espaços e não conseguindo suster as investidas dos adversários. Foi pelo seu sector que surgiram os maiores problemas à sua equipa teve.
Bruno – Face ao excesso de avançados na sua equipa, pediram-lhe para exercer funções que não são as suas, e isso reflectiu-se na sua exibição. Reparte com o Ribeirinho o despovoamento da linha média, dando igualmente muitos espaços aos adversários.
Pupu – Seria o segundo avançado, mas a lesão do Jaime colocou-se no seu lugar de raiz. Esteve discreto, não conseguindo arranjar espaços face ás marcações que lhe eram movidas, representando pouco perigo para a baliza dos adversários.
Jaime – Outra vitima das lesões. O seu gémeo cedeu quando o resultado estava em 3-3. Foi igualmente obrigado a sair das quatro linhas.
Pedro Oliveira – Jornada para esquecer. Chegou tarde, não escapou ao naufrágio defensivo e esqueceu o colectivo quando decidiu que ía jogar para a frente.
Equipa do Ricardo Lineu
Hélder João – Iniciou a partida na baliza, onde não esteve bem. Quando se fixou na frente foi um quebra-cabeças para a defesa contrária, sendo uma referência para os colegas e conseguindo golos de belo efeito. A sua movimentação criou muitos espaços para a entrada dos médios e esse factor foi decisivo na vitória.
Abel – É dos jogadores mais regulares da Liga Betadine. A sua escolha é um garante de boa coesão defensiva no seu sector, e no Sábado, conseguiu ainda integrar-se a preceito na manobra ofensiva, conseguindo rematar e ir á linha cruzar para os seus colegas.
Quim Zé – Jogou no eixo da defesa, e a sua tarefa ficou facilitada com as lesões dos adversários. Teve um jogo em que limitou a defender e dobrar os companheiros.
Ricardo Lineu – Desempenhou bem as tarefas defensivas, e não teve necessidade de, como é seu hábito, se aventurar muito no ataque. Jogo sóbrio.
Pedro Monteiro – Iniciou a partida na esquerda, mas foi no meio campo que a sua acção mereceu maior evidencia. A sua exibição não pode ser dissociada das acções que manteve com os seus colegas de sector Cajó ou Mané, conseguindo ser quase sempre superiores á dupla contrária. Foi exímio a recuperar bolas e a lançar o contra-ataque.
Mané – Está com bom ritmo e colocou-o em campo. O trio do meio campo decidiu a vitória e ele era um deles. Jogou, fez jogar e marcou golos decisivos em remates de fora da área. Excelente exibição no regresso a Portugal.
Cajó – Desempenhou funções de médio mais avançado. Dono de boa técnica, foi importante no circular da bola e conseguiu chegar muitas vezes com a bola controlada junto á baliza do Orlando, obtendo alguns golos. Foi defesa central nas substituições do Quim Zé.
João Leitão – Não lhe peçam para lutar e empregar força física. Peçam-lhe, como no Sábado, para abusar da sua técnica para ganhar espaços e tirar adversários do caminho. Descaindo para as linhas, conseguiu momentos de belo efeito em fintas diabólicas sobre os adversários. Peca ainda na altura do remate e em alguns preciosismos desnecessários em alta competição.
Momento do jogo – Destacam-se dois momentos na 8ª jornada.
Pelo simbolismo, o manifesto do Ricardo Lineu antes da partida
Pela arte colocada no lance, o bonito golo do Hélder João. Na sequencia de uma jogada de envolvimento da sua equipa, a bola chega ao avançado, que em plena pequena área, e com o guarda-redes nas costas, faz o impossível, e de calcanhar surpreende o Orlando, colocando a bola no fundo das redes, deixando o guardião sem reacção.
Até para a semana
Comments:
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Fui um dos poucos que não assistiu a esta mini conferencia de imprensa, mas o texto em si assenta que nem uma luva a alguns NABeiros que por também não terem estado presentes demonstraram o contrário daquilo que se pretendia com o próprio...
Ninguém é obrigado a saber jogar futebol, eu próprio não sei, mas é o convivio e o gosto pela prática deste desporto que me faz acordar sabado de manhã para ir correr, à chuva e ao vento...todos temos os nossos dias menos bons, mas amuar (deixar de correr e "prejudicar" outros 6 "colegas de convivio")só porque o colega perdeu a bola ou porque deu um pontapé mal dado, ou porque ofereceu o golo ao adversário, ou porque simplesmente não é nenhuma vedeta de futebol...nao obrigado, assim não contem comigo...
Abraço!
Boa semana a todos!
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Ninguém é obrigado a saber jogar futebol, eu próprio não sei, mas é o convivio e o gosto pela prática deste desporto que me faz acordar sabado de manhã para ir correr, à chuva e ao vento...todos temos os nossos dias menos bons, mas amuar (deixar de correr e "prejudicar" outros 6 "colegas de convivio")só porque o colega perdeu a bola ou porque deu um pontapé mal dado, ou porque ofereceu o golo ao adversário, ou porque simplesmente não é nenhuma vedeta de futebol...nao obrigado, assim não contem comigo...
Abraço!
Boa semana a todos!
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