sábado, abril 23, 2005
Jogo quezilento com resultado desnivelado
Em Sábado de fim-de-semana alargado, o campeonato do NAB não meteu férias e disputou-se mais uma jornada, a 4ª, no magnífico e bem tratado relvado do complexo desportivo Rainha D. Amélia, na Ajuda.
O público como não podia deixar de ser, com mais um dia extra, rumou a outras paragens, aproveitando talvez para ver mais um “derby algarvio”, de “outro campeonato”, a entrar na recta final.
Grandes mexidas na convocatória, com muitas ausências dos até aqui habituais convocados, e o regresso do Luís Pinheiro, a obrigar a novidades nas equipas. Uma vez mais apenas com um guarda-redes, os capitães João Rodrigues e Paulo Fão ditaram as seguintes constituições:
Sem colete, a atacar para o lado das árvores: Orlando, Pedro Oliveira, Marco Sousa, Lineu, Luís Pinheiro, Paulo Fão e Pupu.
De colete a atacar para o lado da escola: Hélder João, Nuno Coelho, Luís Nuno, João Rodrigues, Pedro Monteiro e Quim Zé.
Com a surpresa de ver o Marco inicialmente no banco de suplentes, a equipa do Fão apresentou o Orlando na baliza, na defesa o Pedro Oliveira ao centro com o Lineu mais á direita e o Fão mais à esquerda. No meio o Luís Pinheiro em todo o terreno, e na frente o Pupu.
Os capitaneados pelo João contrariaram, com o Hélder João na baliza, o Luís Nuno e o Nuno Coelho na defesa, o João mais adiantado a estes dois, e na frente o Pedro Monteiro e o Quim Zé.
Jogo bastante quezilento, tipicamente ao jeito dos da primeira liga, com muitas interrupções e discussões por pretensas faltas e lances duvidosos, que na maioria dos casos eram “limpos”, e que em nada beneficiaram o normal desenrolar do desafio.
Assistiu-se a um início de jogo marcado pela desorientação posicional da equipa do Paulo Fão, que nunca se entendeu com as compensações, nem onde cada um dos seus elementos deveria jogar, aproveitando os adversários para lançar rápidos lances ofensivos, utilizando a velocidade do Pedro Monteiro e do Quim Zé que nesta fase baralhavam a defesa contrária.
Com naturalidade se inaugurou o marcador, com o Quim Zé a aproveitar um passe displicente para o Pedro Oliveira, e cara a cara com o Orlando fazer o mais fácil, concretizando um golo de belo efeito, que terá tido dedicatória especial.
Com o João Rodrigues em dia sim, imbatível no 1X1, a incorporar-se muito bem no ataque, sendo mesmo o elemento mais concretizador, e os defesas Luís Nuno, muito perdulário, e Nuno Coelho a alternarem na frente, a equipa do João com compensações perfeitas entre os seus elementos, bastante homogénea, não se ressentindo das trocas de guarda-redes, punha em sobressalto constante o Orlando, em manhã desastrosa, a fazer lembrar velhos tempos… com algumas “ofertas” e poucas intervenções decisivas.
Tentando correr atrás do prejuízo, os sem colete lançavam-se em ataques pouco elaborados, e a circulação de bola entre os seus jogadores não era fluida, dando sempre a possibilidade de mortíferos contra-ataques aos adversários, que utilizavam aqui a sua principal arma.
O resultado evoluiu até aos 6 golos sem resposta, e já com o Hélder João na frente, dando bastante consistência à linha média, o jogo mantinha a mesma toada, sem que a equipa do Paulo Fão conseguisse organizar o seu jogoe os seus jogadores entendenssem onde deveriam jogar.
Colocando muitos homens na frente, mas com muitas perdas de bola, davam a possibilidade de respostas rápidas aos de colete, fazendo com que o Marco, muito sozinho lá atrás, se desmultiplicasse em ajudas aos seus companheiros que sucessivamente se “perdiam” no ataque, não recuperando a sua posição no terreno.
Apenas o Luís Pinheiro, muito lutador mas a não conseguir cumprir as suas obrigações tácticas, violou a baliza dos de colete, com dois golos de belo efeito. A sua equipa, com muitos cantos a favor, não conseguia para além dessas acções levar mais perigo à baliza adversária, face à boa coesão e compensações defensivas dos pupilos do João Rodrigues, fazendo do Pupu, habitual quebra-cabeças, mero espectador.
Notou-se na equipa de colete, a partir do 7-1, o controlo do desafio, com boa circulação de bola, e progressão fácil até à área contrária, resultando em alguns golos de belo efeito e no esbanjar de imensas oportunidades que elevariam o marcador para numeros históricos.
Até ao final da partida, foi ver os minutos passar, sem que a equipa do Paulo Fão conseguisse inverter a tendência do jogo. Pouca reacção dos seus pupilos, com desentendimentos e troca de palavras pouco comuns nestes jogos, que terá levado alguns dos seus elementos ao desespero.
Resultado final de 10-2, que castiga a falta de lucidez táctica e os erros cometiods pela equipa do Paulo Fão e premeia o bom entendimento, coesão e jogo prático dos adversários.
Momento do jogo: Normalmente têm sido associados a este “item” alguns dos melhores lances da partida, ou uma situação que a tenha marcado. A escolha do “momento do jogo” deste dia não teve influência decisiva no resultado, mas é uma atitude que se deseja não ver repetida:
Na altura de maior descontrole da equipa do Paulo Fão, num ataque em superioridade numérica dos de colete, o Pedro Oliveira, único elemento na defesa, abandona o lance, dando de mão beijada aos contrários a concretização de um golo fácil. Terá as suas motivações mas é uma atitude anti-desportiva.
A rever…
Man of the Match – João Rodrigues
Prémio bacalhau (codfish) – Luis Pinheiro
Boletim Clínico
Nuno Silva – Continua em recuperação, com plano de fisioterapia traçado pelo “serralheiro” Zacarias. Adiado o regresso por tempo indeterminado, dado a gravidade da lesão.
Nuno Bento – Continua a braços com uma micro-ruptura na coxa. Face à não evolução da sua situação clínica, foi aconselhado pelo departamento médico do Núcleo a consultar um especialista em Houston, e efectuar a recuperação nos estados Unidos, o que o leva a ausentar-se por mais duas semanas.
Ribeirinho – Quase debelado o entorse no pé esquerdo, não foi utilizado por precaução, mas deverá ter o seu regresso aos relvados marcado para a próxima semana.
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O Almoço do Futebol - o "Verdadeiro Campeonato"
Vamos agendar para Sábado dia 25 de Junho, o almoço de encerramento do campeonato de futebol do 2º trimestre.
Será no Restaurante "Fonte dos namorados" em Queluz e deseja-se a presença de todos os participantes (com maior ou menor frequencia) neste campeonato.
Serão distribuidos os prémios relativos ao 1º classificado, "bacalhau", e ao ultimo, como não podia deixar de ser, cabe a presença com a garrafita de wiskey, para os "xiripitis".
Faltando dois meses para o evento, existe tempo suficiente para "limpar castigos", agendar trabalho para outras ocasiões, preparar o concelho familiar para um Sábado "perdido".
Boa sorte a todos
Classificação após a 4ª Jornada

Até para a semana
O público como não podia deixar de ser, com mais um dia extra, rumou a outras paragens, aproveitando talvez para ver mais um “derby algarvio”, de “outro campeonato”, a entrar na recta final.
Grandes mexidas na convocatória, com muitas ausências dos até aqui habituais convocados, e o regresso do Luís Pinheiro, a obrigar a novidades nas equipas. Uma vez mais apenas com um guarda-redes, os capitães João Rodrigues e Paulo Fão ditaram as seguintes constituições:
Sem colete, a atacar para o lado das árvores: Orlando, Pedro Oliveira, Marco Sousa, Lineu, Luís Pinheiro, Paulo Fão e Pupu.
De colete a atacar para o lado da escola: Hélder João, Nuno Coelho, Luís Nuno, João Rodrigues, Pedro Monteiro e Quim Zé.
Com a surpresa de ver o Marco inicialmente no banco de suplentes, a equipa do Fão apresentou o Orlando na baliza, na defesa o Pedro Oliveira ao centro com o Lineu mais á direita e o Fão mais à esquerda. No meio o Luís Pinheiro em todo o terreno, e na frente o Pupu.
Os capitaneados pelo João contrariaram, com o Hélder João na baliza, o Luís Nuno e o Nuno Coelho na defesa, o João mais adiantado a estes dois, e na frente o Pedro Monteiro e o Quim Zé.
Jogo bastante quezilento, tipicamente ao jeito dos da primeira liga, com muitas interrupções e discussões por pretensas faltas e lances duvidosos, que na maioria dos casos eram “limpos”, e que em nada beneficiaram o normal desenrolar do desafio.
Assistiu-se a um início de jogo marcado pela desorientação posicional da equipa do Paulo Fão, que nunca se entendeu com as compensações, nem onde cada um dos seus elementos deveria jogar, aproveitando os adversários para lançar rápidos lances ofensivos, utilizando a velocidade do Pedro Monteiro e do Quim Zé que nesta fase baralhavam a defesa contrária.
Com naturalidade se inaugurou o marcador, com o Quim Zé a aproveitar um passe displicente para o Pedro Oliveira, e cara a cara com o Orlando fazer o mais fácil, concretizando um golo de belo efeito, que terá tido dedicatória especial.
Com o João Rodrigues em dia sim, imbatível no 1X1, a incorporar-se muito bem no ataque, sendo mesmo o elemento mais concretizador, e os defesas Luís Nuno, muito perdulário, e Nuno Coelho a alternarem na frente, a equipa do João com compensações perfeitas entre os seus elementos, bastante homogénea, não se ressentindo das trocas de guarda-redes, punha em sobressalto constante o Orlando, em manhã desastrosa, a fazer lembrar velhos tempos… com algumas “ofertas” e poucas intervenções decisivas.
Tentando correr atrás do prejuízo, os sem colete lançavam-se em ataques pouco elaborados, e a circulação de bola entre os seus jogadores não era fluida, dando sempre a possibilidade de mortíferos contra-ataques aos adversários, que utilizavam aqui a sua principal arma.
O resultado evoluiu até aos 6 golos sem resposta, e já com o Hélder João na frente, dando bastante consistência à linha média, o jogo mantinha a mesma toada, sem que a equipa do Paulo Fão conseguisse organizar o seu jogoe os seus jogadores entendenssem onde deveriam jogar.
Colocando muitos homens na frente, mas com muitas perdas de bola, davam a possibilidade de respostas rápidas aos de colete, fazendo com que o Marco, muito sozinho lá atrás, se desmultiplicasse em ajudas aos seus companheiros que sucessivamente se “perdiam” no ataque, não recuperando a sua posição no terreno.
Apenas o Luís Pinheiro, muito lutador mas a não conseguir cumprir as suas obrigações tácticas, violou a baliza dos de colete, com dois golos de belo efeito. A sua equipa, com muitos cantos a favor, não conseguia para além dessas acções levar mais perigo à baliza adversária, face à boa coesão e compensações defensivas dos pupilos do João Rodrigues, fazendo do Pupu, habitual quebra-cabeças, mero espectador.
Notou-se na equipa de colete, a partir do 7-1, o controlo do desafio, com boa circulação de bola, e progressão fácil até à área contrária, resultando em alguns golos de belo efeito e no esbanjar de imensas oportunidades que elevariam o marcador para numeros históricos.
Até ao final da partida, foi ver os minutos passar, sem que a equipa do Paulo Fão conseguisse inverter a tendência do jogo. Pouca reacção dos seus pupilos, com desentendimentos e troca de palavras pouco comuns nestes jogos, que terá levado alguns dos seus elementos ao desespero.
Resultado final de 10-2, que castiga a falta de lucidez táctica e os erros cometiods pela equipa do Paulo Fão e premeia o bom entendimento, coesão e jogo prático dos adversários.
Momento do jogo: Normalmente têm sido associados a este “item” alguns dos melhores lances da partida, ou uma situação que a tenha marcado. A escolha do “momento do jogo” deste dia não teve influência decisiva no resultado, mas é uma atitude que se deseja não ver repetida:
Na altura de maior descontrole da equipa do Paulo Fão, num ataque em superioridade numérica dos de colete, o Pedro Oliveira, único elemento na defesa, abandona o lance, dando de mão beijada aos contrários a concretização de um golo fácil. Terá as suas motivações mas é uma atitude anti-desportiva.
A rever…
Man of the Match – João Rodrigues
Prémio bacalhau (codfish) – Luis Pinheiro
Boletim Clínico
Nuno Silva – Continua em recuperação, com plano de fisioterapia traçado pelo “serralheiro” Zacarias. Adiado o regresso por tempo indeterminado, dado a gravidade da lesão.
Nuno Bento – Continua a braços com uma micro-ruptura na coxa. Face à não evolução da sua situação clínica, foi aconselhado pelo departamento médico do Núcleo a consultar um especialista em Houston, e efectuar a recuperação nos estados Unidos, o que o leva a ausentar-se por mais duas semanas.
Ribeirinho – Quase debelado o entorse no pé esquerdo, não foi utilizado por precaução, mas deverá ter o seu regresso aos relvados marcado para a próxima semana.
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O Almoço do Futebol - o "Verdadeiro Campeonato"
Vamos agendar para Sábado dia 25 de Junho, o almoço de encerramento do campeonato de futebol do 2º trimestre.
Será no Restaurante "Fonte dos namorados" em Queluz e deseja-se a presença de todos os participantes (com maior ou menor frequencia) neste campeonato.
Serão distribuidos os prémios relativos ao 1º classificado, "bacalhau", e ao ultimo, como não podia deixar de ser, cabe a presença com a garrafita de wiskey, para os "xiripitis".
Faltando dois meses para o evento, existe tempo suficiente para "limpar castigos", agendar trabalho para outras ocasiões, preparar o concelho familiar para um Sábado "perdido".
Boa sorte a todos
Classificação após a 4ª Jornada

Até para a semana
Comments:
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"meus amigos,.....não é quem mergulha que se afoga !!!!....é quem mergulha e não consegue vir ao de cima!!!".....que bela frase que um treinador da nossa praça foi rebuscar, para caracterizar um sucesso da sua equipa !!! Esta mesma frase, poderá servir para encher o ego, da minha equipa, espectacularmente esmagada, pela superioridade adversária, este Sábado, no Relvado dos Astros. Então não é que, além de um esmagamento à moda antiga, já marcam golos com dedicatórias, e tudo ?!?!?!?....por sinal, são os mesmos, que na semana passada, se queixavam, e afirmavam a pés juntos (é melhor não pensarem que esta expressão se refere à pancada que levámos neste jogo), que só perdiam porque não tinham Keeper !!!! VÃOÇÇKATAR Ó CAMANDRO !!!!
......e já agora, ...desculpem lá....."'lhó Kunami fesquinho!!!"....também temos Farfalhi, Catuki e Maracaté !!!!
É verdade... O gredes foi determinante na semana passada. Esta semana os sem colete também se podem queixar do mesmo...
Frang´homme voltou a atacar...
O homem esteve em dia não, mas não foi o unico...
Para continuar na mesma linha de comentário, " há prá aí gajos que falam, falam, e não os vejo a fazer nada"...
Frang´homme voltou a atacar...
O homem esteve em dia não, mas não foi o unico...
Para continuar na mesma linha de comentário, " há prá aí gajos que falam, falam, e não os vejo a fazer nada"...
Agora sim....temos cá um blog todo à maneira!!!
REGIS!!! REGIS!!! REGIS!!!!
Se tivesses o mesmo jeitinho para a bola.....
:)))
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Se tivesses o mesmo jeitinho para a bola.....
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