sábado, março 19, 2005
15 minutos de "sufoco"
Mais uma manhã propícia à práctica do futebol, com temperatura amena e pouco sol, e desta vez com boa afluência de público.
De registar o presença do Nuno Silva junto dos companheiros, ainda a preparar a intervenção cirurgica que se espera o recupere a 100% para um rápido regresso aos relvados.
O Orlando, excluído da convocação por motivos particulares, conseguiu apresentar-se a tempo para o jogo, mas repleto de "esguichadelas?" nas costas, sugerindo actos menos próprios, que o "balneário" não perdoou...
As equipas foram desta vez escolhidas pelos capitães Nuno Bento e Quim Zé com recurso ao método antigo do "salto", com a sorte a bafejar o primeiro cabendo-lhe a primeira escolha.
Esta teve no entanto alguns ajustes, próprios da "negociação", e as equipas ficaram com o seguinte alinhamento:
De colete, atacando para o lado da escola:
Orlando, Pedro Oliveira, João Rodrigues, Luis Nuno, Pedro Monteiro, Lineu e Quim Zé
Sem colete, atacando para as árvores:
Fonseca, Nuno, Abel, João Leitão, Luís Pereira, Jaime e Nuno Bento
A atacar para o lado das árvores, a "equipa do Bento" apresentou-se com o Fonseca na baliza, a comandar o sector recuado com o experiente Nuno ao centro, sem ordem para subir no terreno, cabendo ao Abel o flanco direito (que soube explorar) e ao João o esquerdo, a ser mais comedido nas subidas.
O miolo do terreno ficou a cargo do Nuno Bento e do Luis Pereira, que conseguiu ainda exercer forte marcação ao "centro" adversário, não lhe concedendo espaços, e na frente o regressado jaime.
A esta estratégia clássica, os de colete apresentaram uma linha de três, com o Luis Nuno o Pedro Oliveira e o João Rodrigues, seguida de outra linha de três, composta pelo Pedro Monteiro ao centro, o Lineu mais à direita e o Quim Zé á esquerda.
O incio de jogo demontrou uma equipa sem colete demolidora, a não conceder espaços para os adversários jogarem, e a exercer forte pressão à saída da área contrária, não permitindo que saíssem com a bola controlada.
Este "sufoco", obrigou a erros de passe infantis da linha defensiva dos de colete, que com jogadas ingénuas, passes mal medidos e "à queima", sem conseguir fazer a ligação com a linha média, por descoordenação ou falta de linhas de passe, "ofereciam" a bola aos adversários, criando constantes situações de golo para a baliza do desamparado Orlando.
Para além deste desacerto, o meio campo não conseguia pegar no jogo, com o Pedro Monteiro longe do que já lhe vimos fazer e o Lineu e o Quim Zé "perdidos" nas suas funções.
Nesta altura o Nuno Bento e o Luis Pereira dominavam o centro, criando passes mortiferos para as "arrancadas" do Abel e para o sempre perigoso Jaime.
Assistia-se a um futebol fluído e com boas trocas de bola da equipa capitaneada pelo Nuno Bento, que aproveitando a desorientação contrária rapidamente ganharia vantagem.
Até se chegar ao 4-0 foi um ápice, fazendo pairar na cabeça de todos que o resultado iria ser catastrófico para os de colete, tal era o desacerto global que a equipa apresentava, fruto da pressão contrária.
Depois dos 15/20 minutos iniciais, com algumas mexidas no xadrez, provocando o recuo do QuimZé, e o "assumir" da cabeça de área pelo Pedro Monteiro, os de colete conseguiram, finalmente, sair da pressão, e com um lance de remate estrondoso do agora mais adiantado Pedro Oliveira à trave da baliza do Zé Fonseca, mostrou que havia ainda uma palavra a dizer...
O Pedro Monteiro começou a tentar algumas arrancadas, mas sempre bem controlado pelo Luis Pereira, não conseguiu inverter a tendência do jogo a favor dos de colete, mas nesta altura a pressão inicial já se tinha esfumado, e o jogo ganhava algum equilibrio.
O evoluir do resultado até aos 4-2 daria alguma confiança aos de colete, mas um erro (mais um) dos defesas, deu o 5-2 ao jaime.
Com o resultado controlado, os sem colete foram abrindo alguns espaços na sua defesa, fruto de boas trocas de bola dos contrários, mas nesta fase a "manta era curta" e embora a "equipa do Quim Zé" criasse situações para marcar também concedia espaços lá atrás.
Restava agora lutar para conseguir reduzir o resultado, que nunca foi inferior a 2 golos de diferença a favor dos sem colete.
Resultado final de 7-5, lisonjeiro para a equipa de colete, num jogo em que os primeiros 15 minutos de pressão contrária, marcaria decisivamente o desenrolar do desafio.
Momento do jogo:
Numa fase de pressão da equipa sem colete, um remate potente é desferido de fora da área, em direcção ao canto esquerdo da baliza. Na sua trajectória sofre um desvio no emaranhado de jogadores, para o centro, ao que o Orlando num enorme golpe de rins (que se pensava ser orgão que já não tinha) consegue desviar para canto, fazendo uma defesa galáctica.
Saúdam-se os regressos do Zé Fonseca, que devido a lesão grave esteve 3 meses afastado da competição, e do Renato Jaime a demonstrar a veio goleadora que o abandonara.
Até para a semana
De registar o presença do Nuno Silva junto dos companheiros, ainda a preparar a intervenção cirurgica que se espera o recupere a 100% para um rápido regresso aos relvados.
O Orlando, excluído da convocação por motivos particulares, conseguiu apresentar-se a tempo para o jogo, mas repleto de "esguichadelas?" nas costas, sugerindo actos menos próprios, que o "balneário" não perdoou...
As equipas foram desta vez escolhidas pelos capitães Nuno Bento e Quim Zé com recurso ao método antigo do "salto", com a sorte a bafejar o primeiro cabendo-lhe a primeira escolha.
Esta teve no entanto alguns ajustes, próprios da "negociação", e as equipas ficaram com o seguinte alinhamento:
De colete, atacando para o lado da escola:
Orlando, Pedro Oliveira, João Rodrigues, Luis Nuno, Pedro Monteiro, Lineu e Quim Zé
Sem colete, atacando para as árvores:
Fonseca, Nuno, Abel, João Leitão, Luís Pereira, Jaime e Nuno Bento
A atacar para o lado das árvores, a "equipa do Bento" apresentou-se com o Fonseca na baliza, a comandar o sector recuado com o experiente Nuno ao centro, sem ordem para subir no terreno, cabendo ao Abel o flanco direito (que soube explorar) e ao João o esquerdo, a ser mais comedido nas subidas.
O miolo do terreno ficou a cargo do Nuno Bento e do Luis Pereira, que conseguiu ainda exercer forte marcação ao "centro" adversário, não lhe concedendo espaços, e na frente o regressado jaime.
A esta estratégia clássica, os de colete apresentaram uma linha de três, com o Luis Nuno o Pedro Oliveira e o João Rodrigues, seguida de outra linha de três, composta pelo Pedro Monteiro ao centro, o Lineu mais à direita e o Quim Zé á esquerda.
O incio de jogo demontrou uma equipa sem colete demolidora, a não conceder espaços para os adversários jogarem, e a exercer forte pressão à saída da área contrária, não permitindo que saíssem com a bola controlada.
Este "sufoco", obrigou a erros de passe infantis da linha defensiva dos de colete, que com jogadas ingénuas, passes mal medidos e "à queima", sem conseguir fazer a ligação com a linha média, por descoordenação ou falta de linhas de passe, "ofereciam" a bola aos adversários, criando constantes situações de golo para a baliza do desamparado Orlando.
Para além deste desacerto, o meio campo não conseguia pegar no jogo, com o Pedro Monteiro longe do que já lhe vimos fazer e o Lineu e o Quim Zé "perdidos" nas suas funções.
Nesta altura o Nuno Bento e o Luis Pereira dominavam o centro, criando passes mortiferos para as "arrancadas" do Abel e para o sempre perigoso Jaime.
Assistia-se a um futebol fluído e com boas trocas de bola da equipa capitaneada pelo Nuno Bento, que aproveitando a desorientação contrária rapidamente ganharia vantagem.
Até se chegar ao 4-0 foi um ápice, fazendo pairar na cabeça de todos que o resultado iria ser catastrófico para os de colete, tal era o desacerto global que a equipa apresentava, fruto da pressão contrária.
Depois dos 15/20 minutos iniciais, com algumas mexidas no xadrez, provocando o recuo do QuimZé, e o "assumir" da cabeça de área pelo Pedro Monteiro, os de colete conseguiram, finalmente, sair da pressão, e com um lance de remate estrondoso do agora mais adiantado Pedro Oliveira à trave da baliza do Zé Fonseca, mostrou que havia ainda uma palavra a dizer...
O Pedro Monteiro começou a tentar algumas arrancadas, mas sempre bem controlado pelo Luis Pereira, não conseguiu inverter a tendência do jogo a favor dos de colete, mas nesta altura a pressão inicial já se tinha esfumado, e o jogo ganhava algum equilibrio.
O evoluir do resultado até aos 4-2 daria alguma confiança aos de colete, mas um erro (mais um) dos defesas, deu o 5-2 ao jaime.
Com o resultado controlado, os sem colete foram abrindo alguns espaços na sua defesa, fruto de boas trocas de bola dos contrários, mas nesta fase a "manta era curta" e embora a "equipa do Quim Zé" criasse situações para marcar também concedia espaços lá atrás.
Restava agora lutar para conseguir reduzir o resultado, que nunca foi inferior a 2 golos de diferença a favor dos sem colete.
Resultado final de 7-5, lisonjeiro para a equipa de colete, num jogo em que os primeiros 15 minutos de pressão contrária, marcaria decisivamente o desenrolar do desafio.
Momento do jogo:
Numa fase de pressão da equipa sem colete, um remate potente é desferido de fora da área, em direcção ao canto esquerdo da baliza. Na sua trajectória sofre um desvio no emaranhado de jogadores, para o centro, ao que o Orlando num enorme golpe de rins (que se pensava ser orgão que já não tinha) consegue desviar para canto, fazendo uma defesa galáctica.
Saúdam-se os regressos do Zé Fonseca, que devido a lesão grave esteve 3 meses afastado da competição, e do Renato Jaime a demonstrar a veio goleadora que o abandonara.
Até para a semana
Comments:
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Parabens ao autor pela objectividade da análise e pela facilidade com que lê o jogo. Posso não concordar com uma ou outra questão secundária, mas na sua essencia concordo, acho que efectivamente o desafio estava na capacidade dos coletes conseguirem sair disso mesmo, ou seja do colete de forças a que foram sujeitos durante cerca de 15 min. do jogo, esse era um desafio aliciante, mas infelizmente não fomos capazes, fica para a próxima, mas há que saber ajustar a equipa ao que lhe é solicitado e nós reagimos tarde, mas pelo menos tivemos o mérito de reagir. Como diz o Queiroz: "O futebol é um jogo de momentos", e neste em particular o momento de pressão foi decisivo e determinante, o momento de reação foi tardio, acho que houve um terceiro momento, que foi o momento de gestão do adversário e da dignidade dos de colete, e tal como diz o Regista "esticou-se o pano", mas sempre com algum senso nos nosso equilibrios, em termos de distribuição em campo, nunca perdemos a cabeça (pelo menos totalmente).
Gostava de cumprimentar 2 figuras do adversário que me parece que ficam um pouco ofuscadas com o protagonismo de outros:
- Abel
- Johnny Leitão (nos momentos de sufoco, em que procurei por a bola numa linha mais adiantada e aí surgir espaço para criação de lances de superioridade numerica, vi sempre o J.L. no lugar certo, marcando o homem ou fazendo uma zona, nunca possibilitando criar situações de ataque rápido. Se não fica à vista desarmada, para mim, a pressão sobre os nossos avançados foi determinante para não termos conseguido equilibrar o jogo) Parabéns J.L., às vezes a complementaridade das acções de uma equipa é mais importante do que aquilo que se vê de forma mais superficial.)
Falando dos de colete, aquela defesa não me sai da cabeça, quando me viro para trás a seguir visualmente a trajectória da bola e vejo o Orlando corrigir no ar, com o braço direito o desvio que a bola sofreu, fiquei sem palavras. Parabéns Orlando, que são estas acções que fazem aquela hora semanal inesquecível.
Outro grande abraço ao Silva, gostei de te ver lá, companheiro!
You'll be back!
Apesar do regista não referencial, sábado foi dia do pai e eu fiz o meu papel, o giro é que ela gostou do ambiente e se calhar para a semana lá estará, o cheiro da relva, mesmo a sintectica, atrai qualquer um.
Abraço
Gostava de cumprimentar 2 figuras do adversário que me parece que ficam um pouco ofuscadas com o protagonismo de outros:
- Abel
- Johnny Leitão (nos momentos de sufoco, em que procurei por a bola numa linha mais adiantada e aí surgir espaço para criação de lances de superioridade numerica, vi sempre o J.L. no lugar certo, marcando o homem ou fazendo uma zona, nunca possibilitando criar situações de ataque rápido. Se não fica à vista desarmada, para mim, a pressão sobre os nossos avançados foi determinante para não termos conseguido equilibrar o jogo) Parabéns J.L., às vezes a complementaridade das acções de uma equipa é mais importante do que aquilo que se vê de forma mais superficial.)
Falando dos de colete, aquela defesa não me sai da cabeça, quando me viro para trás a seguir visualmente a trajectória da bola e vejo o Orlando corrigir no ar, com o braço direito o desvio que a bola sofreu, fiquei sem palavras. Parabéns Orlando, que são estas acções que fazem aquela hora semanal inesquecível.
Outro grande abraço ao Silva, gostei de te ver lá, companheiro!
You'll be back!
Apesar do regista não referencial, sábado foi dia do pai e eu fiz o meu papel, o giro é que ela gostou do ambiente e se calhar para a semana lá estará, o cheiro da relva, mesmo a sintectica, atrai qualquer um.
Abraço
Apenas 2 comentários complementares à crónica do comentador que o país inteiro irá consagrar:
Em primeiro lugar, gostava de destacar o excelente jogo que o Abel fez. Foi vê-lo atrás e à frente o jogo todo a bater-se com eles que nem um herói. Pulmão impressionante do Pedro Abel.
A outra menção honrosa vai para o Pato Delibasic que muitos davam como acabado e acabou sim, mas foi por fazer uma mão cheia de golos de belo efeito.
PS:Não se esqueçam que o Landinho quer um prémio, não pela defesa que fez, mas segundo o mesmo, "pela regularidade". Por favor, informem o goleirão que para ter o prémio regularidade tem de continuar a garantir um bichinho da guia por jogo. Isso é que é ser regular.
Em primeiro lugar, gostava de destacar o excelente jogo que o Abel fez. Foi vê-lo atrás e à frente o jogo todo a bater-se com eles que nem um herói. Pulmão impressionante do Pedro Abel.
A outra menção honrosa vai para o Pato Delibasic que muitos davam como acabado e acabou sim, mas foi por fazer uma mão cheia de golos de belo efeito.
PS:Não se esqueçam que o Landinho quer um prémio, não pela defesa que fez, mas segundo o mesmo, "pela regularidade". Por favor, informem o goleirão que para ter o prémio regularidade tem de continuar a garantir um bichinho da guia por jogo. Isso é que é ser regular.
é com entusiasmo que leio as cronicas de cada jornada,das quais depreendo qu o nivel competitivo está,agora,num patamar muito elevado. Saudo os regressos do Fonseca,lesionado num lance disputado comigo e espero que não tenha perdido nenhuma das suas (muitas)faculdades de "keeper",um abraço tambem para o Jaime que, pelos vistos,regressou em grande.
A contas com uma pequena lesão,espero poder regressar apos a Páscoa.Feliz quaresma para todos
A contas com uma pequena lesão,espero poder regressar apos a Páscoa.Feliz quaresma para todos
Considero que o "colete de forças" a que fomos sujeitos, talvez surpreendentemente, e aí residiu, para mim, o ponto fulcral dos tais 15 minutos - a surpresa da pressão e o tempo que levámos a reagir- tinha uma forma simples de ser contrariado.
A variação da bola para o espaço vazio, pois a pressão alta era normalmente feita pelo Jaime e Nuno Bento, o que colocaria um dos elementos da linha recuada livre de marcação.
No entanto esta situação nunca aconteceu, e o facto do recuo dos medios para recepção da bola, quando aconteceu, só agudizou a pressão, pois sem um ponto de referencia na frente a segurar os defesas, parecia que a equipa se encolhia em 10/15 metros,em vez de se espalhar na procura de espaços vazios.
Para além disso faltou uma voz de comando ( o guarda-redes é um previligiado para esta tarefa) orientando o que deveria ser feito, mas ao nosso guarda-redes não se pode (nem deve) pedir mais.
Muito já faz (fez) ele!!!
Ao escolher as equipas pensei que com dois defesas fixos(Luis Nuno e João para os que não defendem Bento e Jaime)com o Pedro a fazer a zona central, criando superioridade e podendo ficar livre para atacar, e comigo o Monteiro e o Lineu conseguiriamos baralhar os restantes, e ganharíamos no "fisico" e nos "contra-ataques", mas nunca tivemos a possibilidade de pôr esta táctica em prática.
Ganharam eles pela surpresa, pela forma tardia como reagimos, pelos erros que cometemos, e claro, porque do outro lado tambem está quem pense o jogo,porque montaram bem a equipa e jogaram muito bem.
A variação da bola para o espaço vazio, pois a pressão alta era normalmente feita pelo Jaime e Nuno Bento, o que colocaria um dos elementos da linha recuada livre de marcação.
No entanto esta situação nunca aconteceu, e o facto do recuo dos medios para recepção da bola, quando aconteceu, só agudizou a pressão, pois sem um ponto de referencia na frente a segurar os defesas, parecia que a equipa se encolhia em 10/15 metros,em vez de se espalhar na procura de espaços vazios.
Para além disso faltou uma voz de comando ( o guarda-redes é um previligiado para esta tarefa) orientando o que deveria ser feito, mas ao nosso guarda-redes não se pode (nem deve) pedir mais.
Muito já faz (fez) ele!!!
Ao escolher as equipas pensei que com dois defesas fixos(Luis Nuno e João para os que não defendem Bento e Jaime)com o Pedro a fazer a zona central, criando superioridade e podendo ficar livre para atacar, e comigo o Monteiro e o Lineu conseguiriamos baralhar os restantes, e ganharíamos no "fisico" e nos "contra-ataques", mas nunca tivemos a possibilidade de pôr esta táctica em prática.
Ganharam eles pela surpresa, pela forma tardia como reagimos, pelos erros que cometemos, e claro, porque do outro lado tambem está quem pense o jogo,porque montaram bem a equipa e jogaram muito bem.
Foi com alguma apreensão e ansiedade que vivi os momentos iniciais do jogo.
Não gosto de ver ninguém a sofrer, e ainda por cima amigos meus.
Pensei que seria mais uma daquelas cabazadas que deixam qualquer desmotivado.
Confesso que a certa altura estive quase a dizer ao Nuno Silva, ao Chicago, à Inês, e ao Rottweiler para entrarem na equipa dos coletes. Mas não havia coletes suficientes.
Felizmente tinhamos um plano de emergência, ao qual só recorreriamos em último caso.
Decidimos abrandar o ritmo, limitando o massacre, para equilibrar o jogo, e essencialmente para que este jogo, mão apressasse o final de carreira de alguns dos jogadores do colete.
Agora a sério......foi um belo jogo, e parabéns aos dos coletes que não baixaram os braços, contribuindo para o espectaculo e para que o jogo fosse mais emotivo. Assim é que é.
abraços
Giovanni
Não gosto de ver ninguém a sofrer, e ainda por cima amigos meus.
Pensei que seria mais uma daquelas cabazadas que deixam qualquer desmotivado.
Confesso que a certa altura estive quase a dizer ao Nuno Silva, ao Chicago, à Inês, e ao Rottweiler para entrarem na equipa dos coletes. Mas não havia coletes suficientes.
Felizmente tinhamos um plano de emergência, ao qual só recorreriamos em último caso.
Decidimos abrandar o ritmo, limitando o massacre, para equilibrar o jogo, e essencialmente para que este jogo, mão apressasse o final de carreira de alguns dos jogadores do colete.
Agora a sério......foi um belo jogo, e parabéns aos dos coletes que não baixaram os braços, contribuindo para o espectaculo e para que o jogo fosse mais emotivo. Assim é que é.
abraços
Giovanni
...Agora que o jogo do passado fim-de-semana já lá vai, e se aproxima mais um, aviso que me encontro em grande forma e como diz o Mourinho:
É dificil perder duas vezes seguidas.
Se a noite anterior correr de feição e a festa não interferir com o jogo do dia seguinte, CUIDADO, que eu vou infernizar!!!
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É dificil perder duas vezes seguidas.
Se a noite anterior correr de feição e a festa não interferir com o jogo do dia seguinte, CUIDADO, que eu vou infernizar!!!
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